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Chamamento público é aberto para alugar prédio para escola estadual no região central de Porto Velho


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Valor previsto para o aluguel é de R$ 45 mil . Mudança da escola deve ocorrer para a realização de uma reforma no atual prédio, que é antigo e tem diversos problemas estruturais. O Governo do Estado abriu um chamamento público com objetivo de alugar um prédio na região central de Porto Velho para abrigar a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Marechal Castelo Branco.
Escola Estadual Castelo Branco fica em frente ao Tribunal de Justiça e a poucos metros do palácio do governo
Diêgo Holanda/G1
O processo é conduzido pela Superintendência Estadual de Licitações (Supel) e tem previsão de abertura das propostas para o dia 25 de fevereiro.
Conforme o edital, a previsão do tempo de locação é de 5 anos, mas há a possibilidade de prorrogação pelo mesmo período. O valor estimado para o aluguel é R$ 45 mil por mês.
Conforme o termo de referência, o prédio locado deve ter no mínimo 1,1 mil metros quadrados, estar preferencialmente num raio de até um quilômetro de onde funciona a escola atualmente, no bairro Arigolândia, dentre outras especificações técnicas.
Os donos de imóveis interessados em participar do processo podem entregar as propostas até as 10h do dia 25 de fevereiro de 2021, na sede da Supel, no Edifício Rio Pacaás Novos do Palácio Rio Madeira. A comissão da Supel vai decidir qual imóvel será locado levando em consideração os critérios técnicos e o menor preço proposto.
Estrutura precária
Atuais instalações da Escola Estadual Castelo Branco não oferecem conforto e segurança aos alunos
Diêgo Holanda/G1
Fundada em 1969, a Escola Estadual Marechal Castelo Branco é rodeada pelas imponentes sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado, mas funciona em um prédio antigo e em condições precárias, segundo o próprio edital do chamamento público.
Entre os problemas da estrutura estão vazamentos, infiltrações, rede elétrica antiga e exposta, salas de aulas pequenas para a atual quantidade de alunos, forro de madeira com mofo e cupim, piso quebrado, ferro das janelas enferrujados, além da ausência de acessibilidade e sistema contra incêndio.
Outra dificuldade enfrentada pela unidade são os frequentes furtos, principalmente de material elétrico.
Fiação exposta em área de circulação dos alunos na escola Castelo Branco, no bairro Arigolândia
Diêgo Holanda/G1
Servidores ouvidos pelo G1 relataram grande expectativa com a construção de um novo prédio para a escola, que atende alunos dos bairros Nacional, São Sebastião, São João Bosco, Costa e Silva, Milagres, Pedrinhas Caiari, Liberdade, Vila Dnit e Triângulo.
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Fonte: G1 Rondônia

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