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Pimentel garante reabrir restaurante popular


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O candidato a prefeito de Porto Velho, Williames Pìmentel, parabenizou o jornalista e advogado Osmar Silva pela corajosa sensibilidade de apontar o dedo acusador na direção dos responsáveis pelo descaso a que foi relegada a zona leste de Porto Velho. A região congrega mais da metade do eleitorado de todo o município e mais da metade da população da capital, como lembrou Osmar Silva na coluna “Sem Papas na Língua”. Mas não possui – reclama ele – a mínima representatividade, razão do atual estado de abandono no qual se encontra.

Pimentel esclareceu que sempre dedicou atenção prioritária àquela região, tanto que foi o responsável pela criação da UPA Zona Leste, e pela recuperação dos postos de saúde ali instalados, quando secretário de Saúde do município. Da mesma forma, foi o governo Confúcio Moura, do MDB, que implantou ali o restaurante popular, contra cujo fechamento o jornalista Osmar Silva registrou veemente e indignado protesto no jornal eletrônico “Tudo Aqui”.


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“Nossa preocupação – continuou Pimentel –  não é mero discurso de palanque. Está lá, registrada, em nosso plano de governo, nossa disposição de reabrir o restaurante popular. Com a mesma qualidade dos alimentos e rigor sanitário/nutricional dos pratos de quando foi inaugurado. E os produtos serão adquiridos diretamente de nossos produtores rurais, aos quais vamos pagar preços justos, mas vamos exigir qualidade. Vamos pedir ao governo do Estado que repasse o restaurante para a administração municipal. Mas se ele não o fizer, vamos construir dois outros, para atender também à zona sul. Pode ter certeza” – disse Pimentel.


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O candidato do MDB destaca a importância da zona leste inclusive para a administração municipal, não apenas pela inegável capacidade de produção e arrecadação de impostos. É preciso, segundo ele, considerar a importância do comércio vigoroso da região, capaz de absorver mão de obra perto da moradia do trabalhador, o que melhora sua condição de vida, com acesso mais fácil e menor deslocamento de casa para o trabalho. Ao mesmo tempo, desafoga o trânsito na região central e reduz a demanda por transporte público.

“Também por isso vamos instalar ali uma subprefeitura, capaz de atender, com agilidade, às carências da população. É claro que vamos também cobrar resultados, a partir de uma avaliação pública do trabalho realizado, em reuniões periódicas do prefeito e todo o seu secretariado com os moradores da região. Se o responsável não corresponder às expectativas, ou não se adaptar, ou ainda não gostar do sistema, não tem problema: pode pedir licença e ir tocar sua vida em outra área, fora da Prefeitura”.


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O administrador público, segundo Pimentel, tem a obrigação de estar atento às demandas de todos os setores da comunidade. É com esta visão que ele vai investir recursos no Banco do Povo, para oferecer  pequenos financiamentos iniciativas populares da zona leste. São atividades econômicas que, embora informais, tem espaço assegurado na composição da vida urbana. “É o pipoqueiro ou o vendedor de churrasquinho, que precisam melhorar seu equipamento de trabalho. É a lavadeira, que sonha com uma nova máquina de lavar. Ou a costureira que reforma roupa em casa. É a manicure, o jardineiro, o pedreiro, o vigia noturno. Toda essa gente é parte da comunidade e merecedora de atenção e respeito” – concluiu.

 

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