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Perseguição policial termina com cinco mortos em Niterói


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Rio – Uma perseguição policial terminou com cinco mortes, na Avenida Quintino Bocaiuva, em Charitas, no sentido Icaraí, Zona Sul de Niterói, na manhã deste domingo. Segundo a PM, foi montado um cerco tático com objetivo de impedir uma ação de criminosos com armas de guerra que, de acordo com as primeiras informações, teriam saído da comunidade do Preventório. Entre os mortos está Adriano Silva da Cruz, conhecido como ‘Rato’.

Ele era braço-direito de Reinaldo Medeiros Ignácio, o traficante ‘Kadá’, que apesar de cumprir pena em presídio federal no Rio Grande do Norte, ainda comanda as ordens no Morro do Cavalão.

Rio – Uma perseguição policial terminou com cinco mortes, na Avenida Quintino Bocaiuva, em Charitas, no sentido Icaraí, Zona Sul de Niterói, na manhã deste domingo. Segundo a PM, foi montado um cerco tático com objetivo de impedir uma ação de criminosos com armas de guerra que, de acordo com as primeiras informações, teriam saído da comunidade do Preventório. Entre os mortos está Adriano Silva da Cruz, conhecido como ‘Rato’. Ele era braço-direito de Reinaldo Medeiros Ignácio, o traficante ‘Kadá’, que apesar de cumprir pena em presídio federal no Rio Grande do Norte, ainda comanda as ordens no Morro do Cavalão.
Segundo informações, os homens que saíram da comunidade do Preventório eram do Morro do Cavalão, em Icaraí e os agentes do 12º BPM (Niterói) realizaram a perseguição. Os criminosos estariam em uma reunião de lideranças do Comando Vermelho (CV) que atuam em Niterói.
Houve intensa troca de tiro na região e cinco suspeitos foram baleados. O traficante Rato estava no banco do carona do veículo quando foi atingido por tiros de fuzil. Três morreram no local e dois suspeitos foram baleados, socorridos pelo Corpo de Bombeiros e encaminhados ao Hospital Estadual Azevedo Lima, no Fonseca, mas morreram na unidade.
Houve apreensão de uma pistola e dois fuzis com os suspeitos. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil e o local foi preservado para perícia da Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG).
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