O início do ano de 2019 começou sem um dos itens primordiais para a locomoção na capital de Rondônia, o mal falado “Transporte Público”, a empresa que ganhou a concessão alega que desde 2018 vem alertando tanto a prefeitura como a justiça que estavam trabalhando literalmente no vermelho, com prejuízos aumentando diariamente.

Mas você irá perguntar, mas porque a empresa que tem a concessão simplesmente pediu para sair, com o surgimento de aplicativos de locomoção como o UBER, Urbano Norte e demais, os taxistas e moto taxistas foram afetados diretamente, uma competição desleal, pois os taxistas e mototaxistas além de pagarem anualmente taxas obrigatórias tanto para a SEMTRAN e taxas anuais de licenciamento, combustível e manutenção dos veículos.

Os aplicativos no primeiro momento foram alvo de fiscalização pela prefeitura que os consideravam piratas, ai surgiu alguém e teve a grande ideia de regulamentar esses motoristas que aderissem aos aplicativos, mas o mesmo gênio que teve essa ideia, simplesmente faltou nas aulas de matemática e foi liberando, liberando, liberando cadastros desses motoristas mas sem calcular a ”média de usuários de transportes/veículos” , afetando diretamente a empresa de ônibus,taxistas e moto taxistas, que viram drasticamente a média de usuários diários cair.

A prefeitura alega que a culpa seria dos  “Táxis compartilhados” que são em torno de 300 veículos, mas pera ai, sempre existiu esse convívio de táxis x ônibus sem haver qualquer tipo de problema desta ordem catastrófica, e como diz o ditado popular “e agora josé”.

Por Ricardo Brandão
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