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Mulher trans é agredida com socos e espancada a pauladas por três homens em avenida de RO


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Caso aconteceu em Monte Negro, logo depois da vítima sair de uma lanchonete. Ninguém foi preso e vítima precisou der levada ao hospital por causa dos ferimentos. Mulher trans é agredida e espancada em rua de Monte Negro
WhatsApp/Reprodução
Uma mulher trans, de 28 anos, foi agredida a socos por três homens e espancada com um pedaço de madeira neste fim de semana na avenida Pedras Negras, em Governador Jorge Teixeira (RO). O caso de transfobia é investigado pela Polícia Civil; ninguém foi preso.
De acordo com informações da Polícia Militar (PM), que atendeu a ocorrência, a vítima tinha acabado de sair de uma lanchonete quando três homens se aproximaram em duas motos diferentes.
Os suspeitos então desceram do veículo, abordaram e começaram agredir a mulher trans com socos, pontapés e a espancaram com um pedaço de madeira que acharam no local. O trio fugiu após o crime e deixou a vítima caída ao solo, sangrando.
Testemunhas que presenciaram o ataque acionaram uma ambulância e a equipe médica socorreu a vítima até o hospital municipal, onde recebeu curativos e medicamentos.
Pedaço de madeira usado para espancar mulher trans em RO
WhatsApp/Reprodução
Perseguição
Já no hospital, a mulher trans contou aos policiais que os suspeitos estavam na mesma lanchonete que ela e, após deixar o estabelecimento, os homens a perseguiram pela avenida.
Uma cliente que estava no estabelecimento também confirmou que os suspeitos teriam ficado criticando a vítima, fazendo ataques preconceituosos por diversas vezes.
“Quanto chegamos os rapazes estavam bebendo em outra mesa e começaram criticar ela. Ela até foi tirar satisfação com eles, mas estes disseram que não tinha nada a ver as críticas com ela. Quando decidimos sair do lanche fui deixar minhas filhas em casa, daí quando subi a avenida eu já encontrei minha amiga caída no chão, sangrando”, diz a mulher que acompanhava a vítima na lanchonete.
A PM fez buscas pela região, mas os suspeitos não foram localizados. O caso de transfobia foi registrado na Polícia Civil, que investiga o caso.
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Fonte: G1 Rondônia

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