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Doria ameaça ir à Justiça caso Bolsonaro decrete a reabertura do comércio


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O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse nesta terça-feira que a administração estadual recorrerá à Justiça caso o presidente Jair Bolsonaro edite um decreto determinando a reabertura do comércio em meio à quarentena e às medidas de restrição à circulação adotadas pelo governo paulista para conter a pandemia de coronavírus.

“Em relação ao presidente Bolsonaro prometer um decreto para reabertura do comércio, se vier o presidente Bolsonaro a implementar ou a tomar uma decisão desse tipo, quero informar que o governo do Estado de São Paulo tomará medidas judiciais para evitar que isso aconteça”, disse Doria em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do Executivo paulista.


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“Em São Paulo nós não vamos permitir que nenhum ato irresponsável se sobreponha ao posicionamento sereno, equilibrado e responsável do Estado, através do seu governo e das prefeituras de São Paulo”, acrescentou.


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O governador também se recusou a adiantar se o decreto de quarentena no Estado, que tem validade até o dia 7 de abril, será ou não prorrogado, alegando que a situação vem sendo avaliada diariamente pelas autoridades estaduais de saúde.

Ele alertou ainda que poderá adotar medidas mais rigorosas de restrição à circulação de pessoas em São Paulo caso as pessoas descumpram a orientação das autoridades –repetidas diversas vezes por Doria– de permanecerem em casa.


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No domingo, após um passeio por cidades-satélite do Distrito Federal em descumprimento às recomendações de distanciamento social do Ministério da Saúde para conter o vírus, Bolsonaro disse que estava “com vontade” de editar um decreto na segunda-feira permitindo a volta das pessoas ao trabalho. Isso, no entanto, não foi feito até o momento.

Decisão da última sexta-feira do juiz Márcio Santoro Rocha, da Justiça Federal do Rio de Janeiro, revogou decreto de Bolsonaro, que incluía igrejas e casas lotéricas como atividades essenciais durante a pandemia e, portanto, permitia seu funcionamento, ao mesmo tempo que proibiu o governo federal de “editar novos decretos que tratem de atividades e serviços essenciais sem observar… as recomendações técnicas e científicas”.

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Fonte: Revista Exame

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