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Veja o que restou do prédio da Rondobras após o grande incêndio de sábado

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O Corpo de Bombeiros demorou cerca de quatro horas para controlar o incêndio que destruiu o prédio da empresa Rondobras, na noite deste sábado (20), na Avenida Nações Unidas, centro de Porto Velho. As causas ainda serão apuradas, mas sabe-se que o sinistro começou na oficina da loja e rapidamente se propagou para o prédio inteiro.

Foram utilizados 10 caminhões e a Brigada Municipal e o Exército foram acionados para dar suporte. Donos de outras lojas vizinhas ajudaram com mangueiras de água.

 

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Os bombeiros conseguiram tirar do primeiro piso da loja, as motos e os veículos, mas o depósito foi completamente destruído.

Na manhã deste sábado ainda havia focos de fogo em alguns locais onde existiam material inflável. Não havia policiamento nas proximidades, ou perícia.

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Segundo apurou o jornal, no prédio trabalhavam 94 colaboradores.

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Polícia

PRF prende ex-agente Elcione José Sales em Santa Catarina; foragido usava documento do pai

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O ex-agente de trânsito Elcione José Sales, acusado de sequestro e vários outros crimes em Porto Velho, foi preso na terça-feira (3) em Santa Catarina, revelam fontes do RONDONIAGORA. Elcione foi preso com documento falso, em nome do pai, Alcione Cabral de Sales e estava vivendo no Paraguai.

Condenado a 4 anos de prisão, há ainda mandado de prisão preventiva contra o agente, acusado de ter sequestrado um empresário no último ano
Com informações do site Rondoniagora.com

PRF nega prisão de agente foragido da Semtran

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) negou que tenha realizado a prisão do agente da Semtran, Elcione José Sales, em Santa Catarina, como divulgado mais cedo. A informação começou a ser veiculada pela manhã em grupos de jornalismo e confirmada por fontes da Polícia.

A Polícia Civil ainda busca confirmação.

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Polícia

Fique atento! Cinco pessoas já foram vítimas de agulhadas durante o Carnaval

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Entre os perfurados estaria uma criança

Pelo segundo ano consecutivo, foliões denunciam que foram vítimas de agulhadas durante os festejos de rua do carnaval de Olinda, em Pernambuco. Até a manhã deste domingo (23), o Hospital Correia Picanço, localizado na Zona Norte do Recife, havia recebido cinco ocorrências. Entre os perfurados estaria uma criança.
A ilustradora Larissa Falcão denunciou o ataque nas ladeiras de Olinda. Segundo o relato compartilhado no Twitter, ela foi atingida na tarde deste sábado (22) de Carnaval. No hospital, conheceu outras vítimas com narrativas semelhantes. O crime aconteceu quando ela foi ao banheiro. A ação foi rápida e evitou que ela conseguisse identificar o suspeito.
“E eu não tava sozinha nem nada. Tava acompanhada, brinquei a manhã todinha e de tarde rolou isso. Agora já to melhor, mas meu psicológico não tá nada bem”, contou a jovem na rede social.
Assim como outros atingidos, Larissa procurou o pronto-socorro, mas denunciou que foi recebida com desconfiança pela equipe médica. “”Eles perguntaram 3x se eu tinha certeza e se não tava bêbada”. Após insistir para ser atendida, a ilustradora realizou um boletim de ocorrência e foi encaminhada ao Hospital Correia Picanço.
Exames emergenciais foram feitos e todos deram negativo para contaminações no caso de Larissa, que iniciou um tratamento preventivo com medicamentos oferecidos gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A Secretaria de Estadual de Saúde está apurando as ocorrências deste ano.

Registros em 2019

Em 2019, mais de uma centena de pessoas foi vítima de agulhadas nas ladeiras de Olinda e no carnaval de rua de Recife. A Secretaria de Defesa Social (SDS) informou que as investigações dos casos seguem na Delegacia do Rio Branco, no Bairro do Recife. Até o momento, nenhum dos suspeitos foi identificado por retratos falados.

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Polícia

Ministério Público de Rondônia deflagra operação contra esquema criminoso envolvendo empresas de publicidade contratada pelo Estado de Rondônia

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OPERAÇÃO PROPAGARE

O Ministério Público do Estado de Rondônia, por meio de seu Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRO), com apoio da Polícia Civil de Rondônia, Tribunal de Contas de Rondônia, e GAECO’s do Distrito Federal, Mato Grosso do Sul e São Paulo, deflagrou na manhã desta quarta-feira (19/2) a Operação Propagare.

A investigação, realizada pelo GAECO/MPRO, é desdobramento das Operações Termópilas (2011) e Plateias (2014) e se destina a apurar ilícitos de corrupção, crimes licitatórios e organização criminosa, praticados no curso das contratações de serviços de publicidade, promovidas pelo Estado de Rondônia, especificamente pela Superintendência de Gestão dos Gastos Públicos Administrativos.

As equipes integradas, compostas por 35 Delegados de Polícia, 140 Policiais, 4 Peritos da Politec, e 4 Analistas do Departamento integrado do TCE/RO, cumprem, nessa manhã, 42 mandados de busca e apreensão exarados pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Porto Velho, os quais estão sendo executados nos estados de Rondônia, municípios de Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Porto Velho, No estado do Mato Grosso do Sul, em Campo Grande, na cidade de Brasília, Distrito Federal e em São Paulo.

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Até o cumprimento das medidas cautelares, constatou-se estrutura criminosa no âmbito estadual, envolvendo servidores públicos, diversas empresas do ramo de publicidade e agentes políticos, os quais praticaram ilícitos de corrupção, crimes licitatórios e organização criminosa a fim de direcionar licitações para contratação de serviços de publicidade e propaganda.

As contratações ilícitas tiveram início no ano de 2011, sendo os contratos aditivados ao longo do tempo. Em síntese, os envolvidos direcionavam as licitações de publicidade para beneficiar a empresa investigada, que de forma ilícita, superfaturava e subcontratava outras empresas pertencentes a familiares. Os prejuízos causados à Administração Pública, até o momento, ultrapassam milhões de reais, uma vez que as empresas investigadas já receberam dos cofres públicos estaduais mais de R$ 120.000.000,00 (cento e vinte milhões de reais), nos últimos anos.

Destaca-se que o direcionamento prévio da licitação era exclusivamente um “jogo de cartas marcadas” a fim de beneficiar os integrantes da organização criminosa, pois nos procedimentos licitatórios havia a participação de agências de publicidade de qualificação internacional, as quais não eram escolhidas nos processos por serem consideradas inaptas.

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Quanto ao nome dado à operação, “Propagare” vem do latim e significa propaganda e/ou aquilo que se propaga. Nesse contexto, remete aos fatos investigados por esta operação, onde se constatou a propagação de atos de corrupção, desvio de dinheiro público e organização criminosa advindos da contratação de serviços de publicidade na esfera estadual.

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