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CEO da Cactus Gaming aponta que Brasil é visto como ‘oportunidade única de desenvolvimento”

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Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]

Os eventos do mercado regulado acontecem com frequência não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo. Recentemente, representantes da Cactus Gaming participaram de uma feira de prestígio, o SBC Summit Americas e, compartilharam suas avaliações sobre os debates e os caminhos apontados para a indústria global. 

O CEO da empresa, Thiago Garrides, compareceu ao evento e destacou que o Brasil surge como um dos mercados mais expressivos na atualidade. Para ele, o mundo inteiro está olhando para o amadurecimento da legislação nacional e encara nosso país como uma valiosa oportunidade de crescimento. 

“Existe um interesse crescente de plataformas, desenvolvedores, empresas especializadas em pagamentos, fornecedores de infraestrutura digital e investidores que enxergam aqui uma oportunidade única de desenvolvimento”, afirmou.

No entanto, Thiago Garrides enfatizou que os players entendem que operar no Brasil não é simples em função de regras ainda em construção e de características culturais únicas. 

“Ao mesmo tempo, todos compreendem que atuar nesse cenário exige conhecimento profundo das particularidades operacionais, culturais e das exigências previstas pelas regras vigentes”, reforçou 

Modificações no planejamento das empresas do ecossistema licenciado

Além do Brasil no centro da indústria global, esses eventos também ajudam a acompanhar as novas tendências. Para o diretor de Negócios da Cactus Gaming, Gustavo Coelho, as atividades da feira indicaram uma mudança importante no posicionamento estratégico das empresas. 

Neste sentido, a procura incessante por novos clientes e a elevação das receitas estão perdendo um pouco de espaço para condutas ligadas às melhores práticas de governança e transparência. Algo que Coelho avaliou como positivo por apontar um amadurecimento do setor brasileiro. 

“Estamos entrando em uma fase na qual os diferenciais competitivos deixam de estar concentrados apenas na capacidade de escalar operações.As organizações mais bem posicionadas serão aquelas que conseguirem entregar estabilidade, confiança, capacidade analítica e aderência às exigências de conformidade”, pontuou o diretor da Cactus. 

Dessa maneira, Gustavo Coelho concluiu que “o desenvolvimento sustentável da atividade dependerá cada vez mais desse equilíbrio”.

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Brasil Digital
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