O nome de Bruno Scheid (PL-RO) ganhou destaque nacional após ser incluído na lista de pessoas autorizadas a visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro. Pecuarista de Rondônia e vice-presidente estadual do PL, Scheid é considerado um aliado próximo do ex-presidente e tem ampliado sua visibilidade no cenário político.
Durante um evento do partido em Ji-Paraná, o pré-candidato ao Senado afirmou que pretende adotar uma postura mais dura contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Questionado sobre o tema, foi direto: “é uma das pautas”, reforçando seu posicionamento diante de apoiadores e lideranças políticas.
Além de confirmar a pré-candidatura ao Senado em 2026, Scheid já antecipa o eixo central de sua campanha: transformar a eleição em um debate sobre o papel do STF e os limites entre os poderes, tema que tem forte apelo entre eleitores conservadores.
Apesar da projeção recente, Bruno Scheid ainda é pouco conhecido na capital Porto Velho, o que pode impactar uma eventual disputa interna no PL, inclusive contra o deputado federal Fernando Máximo. Outro nome que desponta na corrida pelo Senado em Rondônia é a deputada federal Sílvia Cristina, que também surge como pré-candidata competitiva.
Relação com Bolsonaro
A proximidade com Jair Bolsonaro não é recente. Scheid frequentou o Palácio do Planalto durante o governo e atuou nos bastidores junto ao agronegócio, especialmente na mobilização de produtores rurais e no apoio político ao ex-presidente.
Pré-candidatura ao Senado
Além da atuação no setor agropecuário, Scheid vem intensificando sua presença política. Ele se posiciona como um nome alinhado ao bolsonarismo em Rondônia e busca consolidar sua candidatura ao Senado com apoio da base conservadora.
Senado x STF
As declarações recentes repercutiram nos bastidores da política local e indicam que Scheid deve apostar em um discurso mais combativo, defendendo maior enfrentamento institucional entre o Senado e o Judiciário.
Aliados avaliam que essa estratégia busca dialogar diretamente com o eleitorado conservador do estado, sinalizando que a disputa pelo Senado em Rondônia tende a ser marcada por forte polarização nos próximos meses.






