Na recente visita de Flávio Bolsonaro atual pré-candidato e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. já foi possível perceber que o senador Marcos Rogério, que confirmou sua pré-candidatura ao governo de Rondônia, vem com tudo no discurso e no marketing político.
Os eleitores de Rondônia amadureceram politicamente, e muitos ainda veem Marcos Rogério como uma figura pouco conhecida. Ao seu lado está o deputado federal Fernando Máximo, que visivelmente demonstra maior carisma junto ao eleitorado. Diante disso, surge outra dúvida: teria sido a decisão correta escolher Rogério?
Fernando Máximo, por sua vez, confirmou sua pré-candidatura ao Senado e tem como aliado no mesmo partido o também pré-candidato Bruno Scheid.
Se não falha a memória, Bruno atuava como vendedor em uma loja em Porto Velho anos atrás. Hoje, ainda é desconhecido por grande parte do eleitorado, mas recebeu o apoio de Bolsonaro e passou a ser chamado por muitos de “Bruno Bolsonaro”. Sem dúvida, seria um salto enorme em sua trajetória política.
Pedra no sapato
No entanto, ambos terão uma pedra no sapato: a atual deputada federal Sílvia Cristina, que também confirmou sua pré-candidatura ao Senado. Segundo diversas fontes, ela possui grande aceitação por onde passa. Na verdade, talvez não seja apenas uma pedra no sapato, mas uma verdadeira carreta carregada de pedras.
Outro nome que surge com força é o nome de Adailto Fúria, que confirmou sua pré-candidatura e conta com o apoio do atual governador Marcos Rocha. Sua rejeição parece ser significativamente menor que a de Marcos Rogério.
Outro nome que pode entrar na disputa é o do ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves. Com baixa rejeição e boa oratória, ele surpreendeu quando venceu sua primeira eleição para prefeito, superando muitos nomes experientes e bem articulados. Posteriormente foi reeleito e pode confirmar sua pré-candidatura em breve.
Nesse jogo entre articuladores e gestores, também surge o nome do atual deputado estadual Delegado Camargo, conhecido por ser um ferrenho opositor do governo de Marcos Rocha. No entanto, ele pode enfrentar dificuldades diante da pulverização do eleitorado.






