O dia “24 de junho de 2025”, uma data que jamais será esquecida: o dia em que perdi meu amado filho LUIZ GUILHERME CAVALCANTE BRANDÃO. Sim, em letras maiúsculas. Foram 14 anos de muito amor e ensinamentos. Como mudei, meu filho, por você! Mudei para melhor. Aprendi a ter uma nova visão da vida, desde o cuidado com uma planta até a atenção a uma pessoa desconhecida. Carinho e amor — esse era o lema de LUIZ GUILHERME CAVALCANTE BRANDÃO.
Quando a saudade bate, dói, aperta, sufoca. É uma saudade dolorosa. Mas direciono os pensamentos para os bons momentos. Meu cunhado Messias sempre reforça: “Lembre-se das coisas boas, dos bons momentos.” E assim a saudade se torna esse sentimento que nunca passa, que nunca passará, que jamais será esquecido: meu filho, LUIZ GUILHERME CAVALCANTE BRANDÃO.
Ah, a sua irmã, Luiza… como ela sente sua falta! Tenta ser firme como eu, como pai, mas seus olhos rapidamente se enchem de lágrimas quando falamos dos momentos inesquecíveis que você nos proporcionou. Seja nas suas frases clássicas, no seu toque pessoal: “Tecnicamente, pode ser que sim.” ou “Em minha defesa, eu comi a salada.” E, principalmente, naquele dedinho rápido que tocava meu nariz, seguido de um sorriso e das palavras que guardarei para sempre: “Te amo, pai.”
E a tia, minha esposa Lidemara — era assim que você a chamava carinhosamente. Sempre afetuoso com ela, mesmo quando recebia aquelas broncas de mãe: “Menino, coma direito. Menino, penteie o cabelo. Menino, já estudou?” O amor de mãe é isso: cobrar pelo bem, cobrar pela evolução, cobrar pelo futuro. Enfim, educar com amor. Como ela sofre, como sofreu… mas hoje a saudade se converte em lembranças dos bons momentos. Como ela te ama Luiz, como seu filho.
LUIZ GUILHERME CAVALCANTE, TE AMAREMOS ETERNAMENTE.
Luiz Guilherme faleceu em 24 de junho de 2025, vítima da Doença de Crohn.
Ricardo Brandão
Pai do Luiz e da Luiza, esposo da Lidemara.
Jornalista e estudante do Curso de Direito na Faculdade Unisapiens






