Na última quarta-feira (11), a Divisão de Vigilância Sanitária Municipal, em parceria com a Polícia Civil e o Procon, realizou uma operação para coibir o uso de máquinas de bronzeamento artificial proibidas pela Anvisa desde 2009. A ação, motivada por denúncias anônimas, ocorreu em dois centros de estética nos bairros Areal e Cohab.
Equipamentos irregulares colocam a saúde em risco
No bairro Areal, os agentes identificaram o uso de um equipamento artesanal com lâmpadas fluorescentes, além de produtos fora da validade ou sem registro na Anvisa. A enfermeira Célia Regina, da Vigilância Municipal, alertou para os riscos à saúde: “Esses equipamentos expõem as pessoas a raios UV sem proteção, aumentando o risco de queimaduras, desidratação e até câncer de pele.”
No bairro Cohab, a fiscalização encontrou uma máquina industrial e outra artesanal, ambas proibidas. Produtos sem registro ou sem prazo de validade também foram apreendidos.

População deve redobrar cuidados
A Vigilância orienta que a população verifique se os estabelecimentos possuem alvará de funcionamento e estejam regularizados. “Máquinas de bronzeamento, sejam industriais ou artesanais, estão proibidas por lei e representam um grave risco à saúde pública”, reforçou Ailton Furtado, da Vigilância Municipal.
Medidas aplicadas e proibição vigente
Os equipamentos foram interditados e os proprietários notificados. Apesar de possuírem autorização para bronzeamento natural, os estabelecimentos não podem operar máquinas artificiais. A Anvisa, através da Resolução 56/2009, proíbe o uso de equipamentos de bronzeamento artificial devido à impossibilidade de garantir níveis seguros de exposição a raios UV.
A operação é um alerta para que os consumidores escolham com responsabilidade locais que atendam às normas sanitárias, zelando pela segurança e saúde.
Denúncias podem salvar vidas
Ajude a combater práticas irregulares denunciando ao Procon ou à Vigilância Sanitária. Sua iniciativa pode proteger a saúde de muitas pessoas.






