Eles espancavam implacavelmente os prisioneiros e os torturavam com choques elétricos, ameaças de afogamento e simulações de execução. Tal era a sensação de impunidade dos russos que controlavam um centro de detenção com 200 prisioneiros na região de Kherson, no sul da Ucrânia, que alguns deles foram descuidados e não esconderam suas identidades. Três pessoas morreram sob sua custódia.
Leia mais (06/02/2023 – 04h00)
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Fonte: Folha de São Paulo





