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Ferramentas de inteligência artificial do TJRO são apresentadas em simpósio no Tribunal de Justiça do Ceará

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Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]
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Servidores apresentaram classificadores de demandas de massa que facilitam consultas

 

Ferramentas e aplicações de inteligência artificial desenvolvidas no Tribunal de Justiça de Rondônia foram apresentadas no I Simpósio Poder Judiciário e Inteligência Artificial: Aplicações práticas, promovido pelo Tribunal de Justiça do Ceará nos dias 23 e 24 deste mês. O Simpósio foi voltado para servidores e magistrados que integram os projetos do Promojud e profissionais de outros tribunais que atuam na área da inteligência artificial.

O encontro ofereceu espaço para a exposição de diversas ferramentas utilizadas pelo sistema de Justiça e de outros Tribunais do País, além de um painel do BID e do Ministério da Justiça da Espanha, de maneira remota. As ferramentas do TJRO servem como classificadores de demandas de massa e sumarizador e foram apresentadas pelos servidores da Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação, Felipe Oliveira Colen e Paulo Henrique Guyss.  São tecnologias que facilitam o acesso à Justiça e automatizam o trabalho de classificação dos processos.

O analista Felipe Colen explica que os classificadores para triagem de grande massa são divididos em 3 etapas. Primeiro, dada uma petição inicial de um processo, o primeiro algoritmo analisa essa petição e informa se está enquadrada na triagem da área cível ou da área especial. Após isso, os outros 2 classificadores vão analisar novamente, mas já com o contexto da área, e dizer por exemplo se é um processo de companhia aérea x – atraso de voo, ou banco y – cobrança indevida.

Essas ações de rotina podem substituir, por exemplo, o trabalho de 30 pessoas durante 1 ano inteiro, somente organizando os processos. “Isso não quer dizer 30 pessoas a menos. Dado o volume de processos, essas 30 pessoas deixam de fazer um trabalho “braçal” para dedicar esse tempo a tarefas mais relevantes, tarefas que exigem o intelectual. É uma forma de ajudar a acelerar a justiça”, ressalta.

 

Assessoria de Comunicação Institucional

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Brasil Digital
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