A secretária Municipal de Saúde, Eliana Pasini, também participou da caminhada. Ela agradeceu o apoio de todos que estão engajados na campanha e enfatizou a necessidade de prevenção e cuidados no combate à hanseníase, para evitar que ela cause danos maiores nas pessoas.
Já a porta-voz da campanha e embaixadora da causa, a Miss Porta-voz da campanha e embaixadora da causa, a Miss Brasil Mundo, Caroline TeixeiraBrasil Mundo, Caroline Teixeira, disse que seu papel é usar da atração que a beleza tem para conscientizar as pessoas. “Eu sou embaixadora nacional da luta contra a hanseníase e irei levar esse projeto para o Miss Mundo, um concurso que representa muito a beleza com propósito em projetos sociais. Vou enfatizar a campanha em todos os trabalhos que fizermos”, afirmou após enaltecer a Prefeitura de Porto Velho por liderar essa luta.
O coordenador nacional do Morhan, Arthur Custódio, explica que a preocupação atual são os casos ainda não diagnosticados que comprometem os esforços de quebra da cadeia de transmissão.
Ao final do evento, os participantes soltaram balões de cor roxa, chamando ainda mais a atenção do público para a campanha “Não Esqueça a Hanseníase”.
DIAGNÓSTICO PRECOCE
Integrante da equipe de coordenação de combate à hanseníase, a enfermeira Albanete Mendonça afirmou que o diagnóstico precoce é a melhor forma de prevenção e quebrar a cadeia de transmissão da doença, dado que ainda não existe vacina contra essa enfermidade, que pode causar graves lesões ou até mesmo a incapacidade da pessoa infectada. “A hanseníase não é só uma doença de pele. O grande problema é que ela também atinge nervos periféricos. Os sinais mais comuns, além de aparecer lesões de pele, são as alterações de sensibilidade. Algumas não apresentam lesões de pele, mas causam lesões de troncos e de nervos. Pessoas assim não conseguem segurar um objeto, perdem a força na mão e nos pés”, alertou.
Ação aconteceu no Espaço AlternativoEla acrescentou, no entanto, que os sintomas mais comuns são as manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou marrom na pele, além de caroços pelo corpo.
TRATAMENTO
A Prefeitura de Porto Velho dispõe de toda uma estrutura primária especializada para tratar as pessoas infectadas. A porta de entrada para todo diagnóstico de Hanseníase e tratamento inicial são as Unidades Básicas de Saúde (UBS). “Qualquer sinal ou sintomas da doença, a pessoa deve procurar imediatamente a UBS mais próxima de sua casa, para diagnóstico e acompanhamento.
Caso haja a necessidade de tratamento especializado, os pacientes são encaminhados para a Policlínica Rafael Vaz e Silva, unidade de referência no Município ou ainda para a Policlínica Osvaldo Cruz (POC) e Hospital Santa Marcelina, que também são referências na rede estadual.
Texto: Augusto Soares
Foto: Sul Ribeiro
Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)




