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Importância da língua brasileira de sinais nas escolas é reforçada com formação continuada

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Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]

Encontro virtual serviu para ampliar qualificação dos professores

A qualificação garante o ensino aos alunos e o domínio da metodologia bilíngueA qualificação garante o ensino aos alunos e o domínio da metodologia bilíngueA Prefeitura de Porto Velho realizou sexta-feira (24), como parte das celebrações do Dia Nacional da Língua Brasileira de Sinais (Libras), o Encontro Formativo – A Lei de Libras – “Reflexões sobre as conquistas e trajetórias na Educação de surdos”.

No evento, coordenado pela Secretaria Municipal de Educação (Semed) e realizado no formato virtual, aconteceu a formação continuada de professores. A qualificação garante o ensino aos alunos e o domínio da metodologia bilíngue, pois atende as necessidades dos estudantes surdos.

“É fundamental que os profissionais saibam Libras e sejam bilíngues para que ocorra a verdadeira inclusão e acesso à comunicação no ambiente escolar”, explica Sirleia Araújo, diretora escolar, especialista em educação de surdos e interpretação e tradução da Língua Brasileira de Sinais.

Na rede municipal, os estudantes com deficiência na audição são ensinados, durante a pandemia, através de videoaulas e materiais impressos.

Os professores utilizam as redes sociais e o próprio ambiente virtual disponibilizado pela Semed.

Uma equipe com 17 profissionais, distribuídos entre pessoal de apoio, administrativo e professores, atende 153 alunos surdos. “Estes profissionais são muito importantes”, elogia Sirleia, referindo-se à equipe que atende os alunos.

Porto Velho conta com uma Escola Municipal BilínguePorto Velho conta com uma Escola Municipal BilíngueEla explica que os profissionais possuem especialização na área de Libras e que o pessoal de apoio compreende o básico da língua para se comunicar com os alunos surdos e comunidade em geral.

Porto Velho conta ainda com uma Escola Municipal Bilíngue, que utiliza a Língua Brasileira de Sinais como primeira língua no processo de ensino aprendizagem dos alunos surdos, e o português escrito como metodologia de segunda língua, denominada L2. A escola completou oito anos no dia 11 passado.

Texto: Renata Beccária
Fotos: Wesley Pontes

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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