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Baixa votação e reclamações de filiados leva advogados da Chapa 2 do SINTERO a fazerem auditagem nas eleições


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A votação para escolha da nova executiva estadual e diretores das onze regionais do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTERO) ocorreu na última quinta-feira(5), tendo sido declarada vencedora a chapa 1, da atual direção a entidade, que reelegeu Lionilda Simões como presidente. Apesar de inúmeras reclamações de seus mesários e fiscais sobre dificuldades de exercerem seus trabalhos de fiscalização e acompanhamento da votação, a chapa 2 de oposição reconheceu, inicialmente, a vitória da concorrente.


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Porém, segundo relatos da chapa 2, inúmeros filiados de dezenas e dezenas de escolas em todo Estado passaram a reclamar que não conseguiram exercer seu direito de votos, embora estivessem nas escolas no dia da votação. Vários problemas foram relatados, como urnas itinerantes não irem aos locais de trabalho ou ir em horários que já não tinham mais filiados, problemas em listas de votação, pouco tempo de permanência das urnas nas escolas, dentre outros problemas.


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Diante das inúmeras reclamações e do baixíssimo número de votantes, apenas 6.083 – que representa cerca da metade dos eleitores das últimas eleições – num universo de mais de 20.000 filiados, a chapa 2 decidiu contratar o Escritório Chediack Advogados para requerer a documentação da coleta/apuração de votos e verificar se houve negligência ou falhas por parte da Comissão Eleitoral do SINTERO que possam ter comprometido a lisura do pleito, ao impedir ou dificultar a votação de aproximadamente 5.000 eleitores, que deixaram de votar, se comparado ao número de votantes das últimas eleições da entidade.

Na sexta-feira (06) a chapa 2 divulgou uma nota pública intitulada “Por um SINTERO mais democrático”, onde tinha reconhecido a vitória da chapa 1, mas lançado dúvidas e questionamentos sobre o processo eleitoral, como neste trecho do documento: “O resultado da eleição não representa a vontade da maioria da categoria e foi definido por: abstenção: com a pandemia e as aulas suspensas esta eleição foi a que teve o menor número de votantes na história do Sintero”.


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Questionou, ainda, na mesma nota, o “Uso de uma gigantesca estrutura durante toda campanha e, principalmente, no dia da votação, além da postura Comissão Eleitoral, com todos os seus integrantes indicados pela atual diretoria, que não atuou com a necessária e desejável isenção, corroborando com a estratégia de dificultar o trabalho dos mesários e ficais da oposição, de evitar buscar votos nas escolas e priorizar as urnas fixas, para onde foram transportados centenas e centenas de eleitores”.

A partir da análise de toda documentção, considerando as inúmeras reclamações de filiados e o elevado número de eleitores impedidos de votar, que pode chegar a 5.0000, a chapa 2 – após o parecer de seus advogados – decidirá se vai requerer a anulação/nulidade do processo eleitoral nos termos dos artigos 40, 41 e 42 do Regimento Eleitoral. Se decidir por apresentar recurso, incialmente a chapa 2 poderá recorrer diretamente à Comissão Eleitoral ou à assembleia geral da categoria nos termos do artigo 5º, alínea “d” do Estatuto e/ou à Justiça.

Fonte: Assessoria.

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