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Retorno das aulas: Sintero diz que Rondônia não tem real controle sobre Coronavírus; escolas privadas aprovam


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Coronavírus: Bares e balneários fecham novamente em Manaus; Aulas presenciais continuam

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O Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Rondônia (Sintero) se posicionou contra o retorno das aulas presenciais do Estado nas entidades privadas de ensino, permitidas nestas quinta-feira (22) pelo Decreto 25.470. Já o Sindicato das Escolas Particulares disse que é a favor do retorno e informou que grande parte das instituições já estava se preparando desde junho para a volta às aulas, obedecendo todas as regras sanitárias.

Sintero informou ser contra qualquer tipo de flexibilização de atividades presenciais tanto na rede pública de ensino quanto das instituições privadas do Estado. Para o sindicato até o momento, Rondônia não possui um real controle sobre o Coronavírus, mesmo com a diminuição dos números de casos de contaminação e óbitos momentâneos. A entidade disse ainda que esses índices podem mudar a qualquer momento, tendo em vista as ações precipitadas feitas pelos governantes.


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O retorno das aulas presenciais, segundo avaliação do Sintero, poderia alavancar uma contaminação em massa, colocando em risco a vida dos estudantes e dos profissionais em educação. O sindicato ressaltou que grande parte da categoria faz parte do grupo de risco devido à idade e doenças pré-existentes.


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Por fim, o Sintero afirma que até que haja realmente uma vacina eficaz e cientificamente comprovada ao vírus, é de suma importância que os prefeitos dos municípios de Rondônia tenham consciência e atuem para defender a saúde e segurança de todos. O Sintero espera que a decisão seja reavaliada e que qualquer posicionamento tomado a partir de então, seja feito com responsabilidade e o planejamento necessário.

Espera aguardada

De acordo com o presidente do sindicato das escolas particulares de Rondônia, Guto Pellucio, os estabelecimentos da rede privada já estavam aguardando a publicação do novo decreto para retornar as aulas presenciais. “Nós já estávamos aguardando a publicação. Sabemos que com a quantidade de leitos que estão ociosos, o governo estaria fazendo uma flexibilização de vários setores, incluindo as aulas presenciais no setor privado”, disse.


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Segundo o presidente, o decreto saiu conforme ele acredita que seja o mais adequado, pois não obriga nem a instituição ofertar o ensino presencial e nem obriga que a família envie seus filhos para a escola e nem os alunos de ensino superior a irem para a aula presencial. “Então, é um decreto totalmente opcional para que as instituições sejam elas do ensino básico ou superior retomem a atividade presencial. É um decreto muito coerente com a fase que já estamos, acompanha de fato diversos outros seguimentos que foram liberados, seguindo todas as normas de segurança”, finalizou Guto Pellucio.

 

 

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