educamais
Conectado por

Plural Saúde

Geral

Sindicato faz apelo para que população evite ir aos bancos e pede maior fiscalização dos órgãos públicos no combate à covid-19


Publicado por

em


Continua após a publicidade

O Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO), que representa mais de 95% dos bancários de bancos públicos e privados, e os trabalhadores das cooperativas de crédito dos sistemas Sicoob e Credisis, vem a público pedir que as pessoas respeitem os decretos estadual, municipal e federal de calamidade pública, e que evitem ir pessoalmente às agências bancárias, para que, assim evitem a aglomeração dentro e fora destes estabelecimentos e, consequentemente, reduzam o risco de contaminação do novo coronavírus (covid-19) que já contaminou (até o fechamento desta matéria) mais de 10 mil e já matou mais de 500 pessoas no Brasil.


Continua após a publicidade

Nesta segunda-feira, 6 de abril, o Sindicato flagrou inúmeras aglomerações de clientes e usuários em todas as agências bancárias, principalmente na capital Porto Velho. Muitas dessas pessoas usavam máscaras, mas as filas eram tão gigantescas que a distância de segurança de dois metros não foi respeitada em nenhum momento.


Continua após a publicidade
Educa Mais Brasil

Um exemplo disso foi na agência do Banco do Brasil da avenida Jatuarana com Anari, no bairro Jardim Eldorado, zona Sul de Porto Velho, onde a situação constatada era ainda mais assustadora, pois a aglomeração de pessoas estava totalmente na parte interna do prédio, na área de autoatendimento (caixas eletrônicos), o que deixou os dirigentes do Sindicato ainda mais preocupados.

“Como Sindicato estamos preocupados com a saúde e a vida dos funcionários dos bancos e das cooperativas de crédito, mas como cidadãos também precisamos fazer a nossa parte em defesa da saúde da população. Por isso pedimos que as pessoas fiquem em casa, e só vão às agências se for realmente um caso de extrema necessidade e se não houver outra alternativa”, orientou José Pinheiro, presidente do Sindicato, que pediu ainda que os bancos atendam as decisões da Justiça do Trabalho, que concedeu liminares – com força de mandado – determinando que as instituições financeiras e cooperativas de crédito adotem medidas de segurança para que seus funcionários não sofram o contágio do vírus.


Continua após a publicidade

Atualmente mais de 230 mil bancários estão trabalhando em regime de home office no país e os bancos estão trabalhando com apenas 30% dos trabalhadores, o que torna o atendimento restrito.

“Pedimos ainda que sejam adotadas, imediatamente, medidas como ordenamento nas filas, limitação de acessos, agendamento e horários diferenciados para atendimento de clientes que estão no chamado grupo de riscos. E suplicamos aos órgãos públicos, como Polícia Militar, Secretaria Municipal de Fazenda (SEMFAZ), Vigilância Sanitária e a Agevisa atuem com maior rigor na fiscalização desse segmento – bancos e cooperativas de crédito -, considerado essencial nessa pandemia de coronavírus, para que as aglomerações sejam evitadas e, assim, possamos proteger as vidas dos trabalhadores e dos clientes e usuários destas instituições. Todos precisam fazer a sua parte, porque não é só a vida de bancários e cooperativários que estão em jogo, mas de todas as pessoas, sem distinção de classe social, cor ou religião”, concluiu Pinheiro.

Comentários do Facebook - Comente

Publicidade

Mais destaques

Facebook