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Rondônia, domingo, 19 de setembro de 2021.



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Estudos afirmam que mulheres e homens são igualmente infiéis 


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Ao contrário do que a maioria pensa, a traição não tem gênero. Veja o que a ciência diz sobre a infidelidade e entenda os motivos:


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Qual mulher nunca ouviu ou aprendeu que os homens são os mais infiéis? Essa crença está imposta na sociedade há anos e a maioria delas já nasce sabendo. Não querendo defendê-los, mas a ciência descobriu que eles não são os únicos ou maiores traidores.

O estudo publicado pelo Archives of Sexual Behavior, prova que a infidelidade é igualmente propensa para eles e para elas.


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No estudo, pessoas que estão em um relacionamento monogâmico responderam a um questionário, incluindo questões sobre traição. O resultado para quem já traiu o parceiro atual mostrou 23% para os homens e 19% às mulheres.

Ao todo, foram coletados dados de mais de 900 pessoas, entre os dois gêneros.

Quem também testou os usuários foi a rede social, DJ90.com.br, que selecionou questões do tema para pessoas de ambos os gêneros e idades variadas responderem. Os homens correspondem a 18% e as mulheres 15%.

Novamente, podemos dizer que a traição é tão possível a um homem quanto à uma mulher.

E por que eles traem?

Outro estudo feito pela Universidade do Estado da Flórida, nos Estados Unidos, com 233 casais, afirma que os motivos para uma traição podem variar.

Os fatores principais podem ser: Idade, satisfação conjugal e sexual, nível de compromisso, atração individual e claro, histórico de relacionamentos passados.

O que não surpreende nos resultados é o fato de pessoas mais jovens e menos satisfeitas na relação serem mais propensas à traição. Entretanto, o que parece novidade, é o fato de pessoas altamente satisfeitas sexualmente serem mais prováveis. Os cientistas afirmam que isso se deve ao fato dessas pessoas serem mais abertas a novas experiências sexuais e consequentemente, pode ser fora do casamento.

Ao analisar relacionamentos anteriores, a forte crença já impregnada na sociedade prevalece: Homens que tiveram relações curtas e diversas, têm mais chances de trair. Já as mulheres surpreendem: As que apresentam histórico de relações monogâmicas são mais prováveis a buscar por casos extraconjugais.

Dá para perdoar uma traição?

O intuito do estudo, para os cientistas, seria ajudar casais a lidar melhor com a infidelidade, já que a maioria das pessoas não consegue aceitar e nem perdoar. Entretanto, se já há uma predisposição a isso, acreditam ser mais fácil de superar.

Mas, será mesmo possível passar por cima de uma traição?

Em primeiro lugar, é preciso ter uma conversa franca com o parceiro, afinal, os pontos e contrapontos precisam ser colocados na mesa, por parte dos dois. Se após isso vocês viram que ainda há amor e vontade de ficar juntos, mesmo com as falhas, o próximo passo para uma superação definitiva é optar por uma terapia de casal.

 

Muitas pessoas ainda pensam que, quando chega ao ponto de fazer uma terapia de casais, está praticamente no fim, sem volta. Mas é justamente ao contrário, uma psicóloga irá ajudar os dois a entender melhor o que aconteceu e o que precisa ser feito para restaurar a confiança e a vida a dois. Aliás, com a ajuda de um profissional, as chances de fazer dar certo novamente e sair sem muitas “sequelas” é maior.

O outro lado é quando a pessoa traída não consegue, de jeito nenhum, perdoar nem confiar novamente no parceiro e pode acontecer mesmo após a terapia de casal. Essa é a realidade da advogada Beatriz, 45. “Fui casada vinte e três anos e acreditava ser uma relação de muita confiança. Optei por terapia porque, de verdade, queria seguir em frente e acreditar que fora algo bobo perto da nossa relação, mas não consegui passar por cima de mim mesma”, lamenta.

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