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Bancários de Rondônia tomaram as ruas em greve geral contra a reforma da previdência

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Os bancários de todo o Brasil se reuniram a trabalhadores de inúmeras categorias na greve geral da manhã desta sexta-feira, 14/6, que parou o país em protesto contra a proposta de ‘deforma’ da previdência social por parte do governo federal

Em Rondônia os bancários já haviam decidido, por unanimidade, em assembléia geral realizada na segunda-feira 10/6, participar da mobilização nacional que objetiva, também, lutar por mais empregos, lutar contra os cortes nas verbas destinadas à educação pública,
contra a tentativa de desmonte dos bancos públicos e pela revogação da nefasta reforma trabalhista que tantos direitos retirou da classe trabalhadora.

“Os bancários e trabalhadores do ramo financeiro não poderiam ficar de fora dessa luta que reúne todos os trabalhadores, pois essa proposta do governo de suposta ‘reforma previdenciária’, caso aprovada, vai atingir a todos de forma brutal, sem distinção de renda, cargo, função, profissão ou escolaridade. Todos estarão com o direito à aposentadoria ameaçado. E enquanto o governo perdoa dívidas bilionárias dos bancos e dos poderosos, faz de tudo para retirar direitos da classe trabalhadora, principalmente os mais pobres e
indefesos. Os pais e mães de família, que trabalham a vida inteira para manter a dignidade do lar, para conseguir sustentar suas famílias, não podem e nem devem pagar essa conta.

E não vamos recuar na defesa do emprego e contra o desmonte dos bancos públicos tão
importantes para o desenvolvimento social e que o governo quer entregar de bandeja para os bancos privados, reconhecidos por não ter qualquer responsabilidade social com este país e seu povo”, destacou José Pinheiro, presidente do Sindicato dos Bancários e Trabalhadores do Ramo Financeiro de Rondônia (SEEB-RO).

A greve geral em Rondônia teve sua concentração na Praça das Caixas D’água, Centro de Porto Velho, e contou com a presença de centenas de trabalhadores do ramo financeiro, da educação, telecomunicações, da agricultura, centrais sindicais, urbanitários, sindicatários,
trabalhadores da Justiça Estadual e Federal, estudantes, professores e população em geral.