ADST433 BSB - 29/06/2017 - STF / DELAÇÃO - POLITICA - O STF retoma em sessão presidida éla ministra Carmen Lúcia o julgamento sobre se o ministro Edson Fachin deve continuar como relator da delação da JBS e se o ministro pode decidir monocraticamente sobre a delação, no plenário do STF, em Brasilia. FOTO: ANDRE DUSEK/ESTADAO
Cármen Lúcia
Ministra Cármen Lúcia, presidente do STF Foto: André Dusek/Estadão

“O advogado é muito mais criativo que o juiz, porque o juiz tem os limites do processo. O advogado propõe o que vai ser apresentado. Pelo menos nesses quase 12 anos em que estou na magistratura, o espaço de liberdade é quase nada. Quando muito, há alguma discricionariedade em alguns elementos.”

Assim como no primeiro dia do evento, nesta quinta-feira, a presidente do Supremo voltou a discorrer sobre a evolução da advocacia pública. “Defender a coisa pública na década de 80 era menos fácil que hoje, se é que hoje é fácil”, afirmou Cármen, destacando que a carreira tem como uma das funções principais a defesa do Estado de Direito.