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Cassol defende mais investimentos na Agroindústria Familiar

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Senador Ivo Cassol

Um mercado promissor, mas que precisa de investimentos em maquinário para crescer e gerar renda para o Brasil. Assim o senador Ivo Cassol (PP-RO) classificou a agroindústria familiar no Brasil.  A análise foi feita durante reunião da Comissão de Agricultura do Senado que aprovou um projeto da senadora Kátia Abreu que institui as diretrizes da Política de Investimento e Fortalecimento da Agroindústria Familiar (Agroforte). O objetivo do projeto é captar e canalizar recursos destinados a aplicação em maquinários e reforma da infraestrutura de produção da agroindústria familiar.

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Cassol citou como exemplo o processo de industrialização da polpa de fruta no Brasil.  O parlamentar lembrou que no munícipio de Alta Floresta, agricultores familiares que decidiram processar a fruta e transforma-la em polpa enfrentam dificuldades porque não conseguem ter acesso a investimentos para aquisição de maquinário.  “É importante fomentar a agroindústria familiar, especialmente quando vamos agregar valores ao produto”, afirmou Cassol.

 

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Política

Deputado Anderson quer reforço no estoque de sangue da Fhemeron durante pandemia de coronavírus

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Parlamentar pede que a Sesau garanta as condições adequadas para que as doações possam ocorrer

O deputado estadual Anderson Pereira (PROS), solicitou informações à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), quanto as medidas adotadas pela Fundação de Hematologia Homeopatia de Rondônia (Fhemeron), para que não haja falta de bolsas de sangue, nesse período delicado que o Estado atravessa com a pandemia do Coronavírus Covid-19.

A preocupação do deputado Anderson Pereira se dá por conta do risco de contaminação devido à propagação do vírus, que já matou milhares de pessoas em todo mundo e nos últimos dias vem assombrando o povo rondoniense com grande quantidade de pessoas suspeitas, dentre elas sete confirmadas.

O parlamentar teme que o risco de contaminação do Coronavírus afaste os doadores frequentes da fundação, o que resultaria em uma possível escassez de bolsas de sangue em todo Estado. Anderson Pereira aponta que diante da pandemia do Covid-19, a Fhemeron intensifique meios de garantir a regularidade nas doações, passando segurança aos doadores, afastando riscos de contágio durante as transfusões.

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Para que não haja evasão de doadores, o deputado ressalta a importância de orientações e dos seguintes cuidados: distribuição de álcool em gel, máscaras, higienização constante em maçanetas, corrimãos e cadeiras, manter o distanciamento das pessoas e adotar campanhas convidando pessoas saudáveis, que não apresentem sintomas de qualquer doença.

A doação de sangue é um ato voluntário, que pode ajudar a salvar muitas vidas. Em cada doação, uma pessoa doa no máximo 450 ml de sangue e essa única doação pode salvar até quatro pessoas.

Foto: Assessoria

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Política

Deputado Alex Silva defende acesso a atos religiosos, como auxílio social e espiritual à população

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Parlamentar apresentou projeto de lei para preservar a liberdade de crença, mesmo com a decretação do estado de calamidade pública.

O deputado Alex Silva (Republicanos), juntamente com todos deputados da Assembleia Legislativa, protocolou o Projeto de Lei que solicita ao Executivo, o acesso a atos religiosos, como direito à liberdade de crença, a todos os cidadãos do Estado de Rondônia, suspenso em razão da pandemia de coronavírus, após o decreto de estado de calamidade ter entrado em vigor.

“Ressalte-se que em diversas vezes, tais templos de qualquer culto, podem servir como ponto de apoio fundamental às necessidades da população, haja vista, que em diversos momentos o próprio poder público pode utilizar tais estruturas, sendo que o tem acontecido, inclusive em alguns estados”, completou o parlamentar.

Ainda segundo o deputado, “atualmente, o caso de infecção da população pela doença denominada Covid-19, serve de exemplo da atuação dessas instituições, que têm auxiliado de forma incontestável não somente na assistência espiritual, mas também social e até psicológica, posto que o confinamento a que as pessoas são submetidas, pode até mesmo, causar-lhes depressão e aumento de violência conjugal”.

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Desta forma, o Projeto de Lei visa suprir uma lacuna existente no ordenamento jurídico do Estado de Rondônia, e a presente lei não traz menção sobre situações extremas, como decreto de estado de sítio (art. 137 CF) nas quais o Estado, pode obrigar que pessoas permaneçam em localidades determinadas e que não participem de reuniões, ainda que de natureza religiosa, e sim, o que se trata na presente lei são hipóteses de calamidade pública decretada, cujos direitos fundamentais tem obrigação de serem preservados.

“Neste período de crise que estamos passando e até de desespero para muitas pessoas, as atividades desenvolvidas e o auxílio social e espiritual oferecidos pelas instituições religiosas são essenciais e fundamentais, um porto seguro e muitas vezes um refúgio para a população. É claro que, concordamos que algumas regras devem ser obedecidas para continuar combatendo a pandemia do Covid-19”, relatou o parlamentar.

Assim, em virtude da relevância do tema para a sociedade e tendo em vista que o Estado de Rondônia tem 70% da sua população cristã evangélica, bem como, da necessidade imperiosa de preservar direitos fundamentais, mesmo em épocas de decretação de calamidade pública.

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Agora, o projeto segue para apreciação dos nobres parlamentares, e sendo aprovado, segue para sanção governamental.

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Foto: Assessoria

 

 

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Política

Presidente Laerte Gomes cobra fiscalização do Procon nos supermercados

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Parlamentar recebeu uma série de denúncias sobre abusos de preços em Rondônia

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB) cobrou o empenho do Procon (Agência de Defesa e Proteção do Consumidor) para realização de diligências nos supermercados de todo Estado para coibir abusos nessa época de pandemia do novo Coronavírus. Segundo denúncias levadas ao parlamentar, os preços de alimentos básicos estão subindo vertiginosamente, sem motivo aparente porque a logística não foi atingida pela crise.

Em Cacoal, o preço do arroz disparou. O produto, cuja marca é procedente de Rondônia, subiu de R$ 13,00 para R$ 16,00 em Cacoal e Porto Velho. “Não podemos permitir que haja aumento abusivo dos preços”, defendeu o presidente da Assembleia Legislativa.

Na semana passada, o Procon fez fiscalizações junto com a Polícia Civil em farmácias e supermercados para aferir os preços do álcool em gel e máscaras de proteção. Alguns estabelecimentos foram atuados porque estavam com preço dobrado dos produtos. Para Laerte, aumentar os preços em época de crise é um crime e deve ser punido pelas autoridades judiciárias. “O Ministério Público precisa agir e a polícia também. Precisam prender o mau empresário que aumenta preço de comida quando as pessoas estão em pânico com essa doença”, asseverou.

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