A Polícia Federal (PF) ordenou a suspensão das gravações da série Aeroporto – Área Restrita, interrompendo as filmagens da oitava temporada em aeroportos brasileiros. A decisão, oficializada em 31 de janeiro de 2026, ocorreu porque a corporação considera que equipes de produção não têm autorização para atuar em áreas restritas de segurança, zonas controladas por normas rígidas da aviação civil.
Segundo a PF, essas zonas são destinadas apenas a pessoas com funções operacionais ou funcionais específicas, e atividades de entretenimento ou audiovisual não se enquadram nesses critérios. A corporação também citou a necessidade de proteger a segurança das rotinas aeroportuárias, a intimidade das pessoas abordadas e evitar a exposição de procedimentos ou infraestrutura sensível, conforme regras da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A produção da série, feita pela Moonshot Pictures, afirmou que já possuía autorizações prévias para filmar em terminais como Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Galeão (RJ) e Pinto Martins (CE). Segundo a empresa, a medida repentina da PF inviabilizou o andamento dos trabalhos e gerou prejuízos, apesar de o programa afirmar ter seguido todas as normas estabelecidas.
O caso provocou debate institucional, com representantes da Receita Federal afirmando que a autorização para acesso às áreas alfandegadas é de sua competência, não da PF, e alegando possíveis conflitos de atribuição entre os órgãos. A Polícia Federal, por sua vez, reforçou que sua atuação decorre do cumprimento de normas legais e constitucionais que determinam sua responsabilidade pela segurança aeroportuária.
Nota de Esclarecimento da Polícia Federal
A Polícia Federal (PF) ordenou a suspensão das gravações da série Aeroporto – Área Restrita, interrompendo as filmagens da oitava temporada em aeroportos brasileiros. A decisão, oficializada em 31 de janeiro de 2026, ocorreu porque a corporação considera que equipes de produção não têm autorização para atuar em áreas restritas de segurança, zonas controladas por normas rígidas da aviação civil.
Segundo a PF, essas zonas são destinadas apenas a pessoas com funções operacionais ou funcionais específicas, e atividades de entretenimento ou audiovisual não se enquadram nesses critérios. A corporação também citou a necessidade de proteger a segurança das rotinas aeroportuárias, a intimidade das pessoas abordadas e evitar a exposição de procedimentos ou infraestrutura sensível, conforme regras da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).
A produção da série, feita pela Moonshot Pictures, afirmou que já possuía autorizações prévias para filmar em terminais como Guarulhos (SP), Viracopos (SP), Galeão (RJ) e Pinto Martins (CE). Segundo a empresa, a medida repentina da PF inviabilizou o andamento dos trabalhos e gerou prejuízos, apesar de o programa afirmar ter seguido todas as normas estabelecidas.
O caso provocou debate institucional, com representantes da Receita Federal afirmando que a autorização para acesso às áreas alfandegadas é de sua competência, não da PF, e alegando possíveis conflitos de atribuição entre os órgãos. A Polícia Federal, por sua vez, reforçou que sua atuação decorre do cumprimento de normas legais e constitucionais que determinam sua responsabilidade pela segurança aeroportuária.





