Neste ano, uma nova fase da Reforma Tributária começa a alterar profundamente a forma como os aluguéis são tributados no Brasil, afetando milhares de proprietários, investidores e inquilinos.
A partir de 2026, aluguéis deixarão de ser tratados apenas como renda para muitas pessoas físicas e passam a ser considerados operação onerosa sujeita a novos tributos como o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços).
🔑 Principais mudanças que você precisa saber:
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A tributação dos aluguéis será reformulada, migrando de um modelo com apenas IRPF para um sistema que inclui novos tributos do IVA dual (IBS e CBS).
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A transição será gradual: em 2026, haverá uma alíquota simbólica de 1%, com aumento progressivo até a implementação total prevista para 2033.
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Proprietários que tiverem mais de três imóveis alugados e receita anual superior a R$ 240 mil terão que declarar e, posteriormente, pagar os novos tributos.
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Em 2026, a obrigação principal será declarar os rendimentos, sem pagamento imediato de imposto — a cobrança efetiva começa em 2027, de forma reduzida.
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A Receita Federal vai usar sistemas como o Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) para cruzar dados e fiscalizar inconsistências entre declarações de locadores e locatários






