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MPRO e forças de segurança deflagram Operação RED IGNIS, mirando envolvidos nos ataques ocorridos em janeiro de 2025

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Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]

O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), por meio de seu Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), em conjunto com as Polícias Militar e Civil do Estado de Rondônia, deflagrou, na manhã desta terça-feira (18/2), a Operação Red Ignis, com o objetivo de cumprir mandados de prisão temporária, internação provisória de adolescente e busca e apreensão, expedidos pelos Juízos da 4ª Vara Criminal e da Vara Infracional e de Execução de Medidas Socioeducativas de Porto Velho.

A Operação Red Ignis decorre de investigação conduzida pelo Núcleo de Enfrentamento aos Crimes Cometidos por Facções Criminosas (Nufac) do Gaeco, com o apoio operacional de integrantes da Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado do Estado de Rondônia da Secretaria de Estado de Defesa e Cidadania (FTICCO).

A investigação tem como objetivo apurar a autoria intelectual (mediata) e direta (imediata) dos ataques a bens e instituições públicas e privadas, ocorridos durante o mês de janeiro de 2025, como tentativa de retaliação dos criminosos à atuação incisiva das forças de segurança pública no combate à criminalidade organizada na capital do estado, em especial às ações de retomada e ocupação de conjuntos habitacionais nos quais se concentravam integrantes de facções criminosas.

A ação visa cumprir 5 (cinco) mandados de prisão temporária, 1 (um) mandado de internação provisória de adolescente e 13 (treze) mandados de busca e apreensão, todos na cidade de Porto Velho.

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Além de integrantes do Gaeco e da FTICCO, participaram do cumprimento Policiais Militares do Batalhão de Operações Especiais (BOPE), do Batalhão de Policiamento Tático de Ação e Reação (BPTAR), do Batalhão de Choque (BPChoque), do Batalhão da Polícia de Fronteiras e Divisas (BPFRON) e do Centro de Inteligência (CI) da Polícia Militar do Estado de Rondônia (PMRO), bem como Policiais Civis da Delegacia Especializada na Apuração de Atos Infracionais (DEAAI), formando um efetivo de aproximadamente 100 (cem) agentes de segurança pública.

O nome da Operação corresponde à expressão “fogo vermelho” em latim, em referência aos incêndios e explosões que foram praticados por supostos integrantes de facção criminosa na tentativa de retaliar ações de segurança pública contra grupos criminosos atuantes e instalados em condomínios residenciais populares em Porto Velho.

O MPRO reforça seu compromisso com as forças de segurança pública no combate à criminalidade organizada, visando à garantia da paz e tranquilidade públicas.

Fonte: Gerência de Comunicação Integrada (GCI)
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Brasil Digital
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