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Servidor é preso por importunar sexualmente paciente em posto de saúde de Porto Velho

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Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]

Vítima relatou que suspeito segurado em sua coxa e dito frase constrangedora. Caso ocorreu na Unidade de Pronto Atendimento José Adelino
Rede Amazônica
Um servidor público, de 47 anos, foi preso por importunação sexual depois de pegar na coxa de uma paciente. O caso aconteceu dentro da Policlínica Dr. José Adelino da Silva, unidade de saúde de Porto Velho, no domingo (17).
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De acordo com o relato da vítima à polícia, ela procurou atendimento médico, acompanhada da mãe, depois de quebrar a perna direita. Na hora de fazer o exame de raio X, o funcionário da unidade pediu que a mãe da vítima se retirasse da sala.
Quando estavam sozinhos, o suspeito teria pegado na coxa da vítima, próximo das suas partes íntimas, e ainda pedido “para que ela abrisse a perna para ele ver só um pouquinho”. A paciente contou à polícia que se sentiu constrangida e decidiu denunciar o caso.
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O servidor foi preso em flagrante e na delegacia ele não prestou depoimento, optando se manter em silêncio para se manifestar somente em juízo’.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) informou lamentar o episódio de importunação sexual na unidade de saúde e diz estar solidária com a vítima.
“A Semusa informa que acompanha as investigações junto com a polícia. A denúncia será apurada administrativamente e todas as medidas serão tomadas, de acordo com a legislação”, diz a secretaria na nota.
Crime há quatro anos
Importunação sexual é crime desde setembro de 2018 e criminaliza ato libidinoso praticado contra alguém, e sem a autorização, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro.
Quem for flagrado praticando atos libidinosos de cunho sexual — toques inapropriados, beijos roubados e passada de mão — sem o consentimento da vítima pode cumprir pena de um a cinco anos de prisão.
A importunação sexual difere do assédio sexual, que é baseado em uma relação de hierarquia e subordinação entre a vítima e o agressor

Fonte: G1 Rondônia

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