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Rondônia, segunda, 16 de maio de 2022.



Exame

Por falta de doses, Rio muda calendário de vacinação de crianças


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A vacinação contra a covid-19 para crianças na cidade do Rio de Janeiro, que contemplaria a faixa etária de 10 anos a partir da próxima quinta-feira, vai seguir para o público de 11 anos até sábado. Segundo a Secretaria municipal de Saúde, a mudança ocorreu devido à insuficiência de doses. As crianças de 5 a 11 anos deficientes ou com comorbidades também podem se vacinar.

“Devido à insuficiência de doses de vacina pediátrica recebidas, não será possível, neste momento, avançar para a idade de 10 anos”, disse a secretaria em seu perfil no Twitter, na tarde desta terça-feira.


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Veja como está o calendário

Quarta-feira, dia 19
– Repescagem de meninos e meninas de 11 anos

Quinta-feira, dia 20
– Repescagem de meninos e meninas de 11 anos

Sexta-feira, dia 21
– Repescagem de meninos e meninas de 11 anos

Sábado, dia 22
– Repescagem de meninos e meninas de 11 anos

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, ressaltou que o calendário será retomado semana que vem com as crianças de 10 anos.

Nesta terça, segundo dia de vacinação infantil contra a Covid-19, já faltaram doses em alguns postos do município do Rio. A imunização das crianças começou ontem pelas meninas de 11 anos e, nesta terça-feira, foi a vez dos meninos.

Mas muitas crianças que foram a locais como a Lona Cultural de Vista Alegre, na Zona Norte, voltaram para casa sem vacina no braço, após a imunização ser suspensa. O problema se repetiu em pelo menos outros sete locais, conforme reclamações nas redes sociais. Entre eles, Cidade das Artes, na Barra da Tijuca, Hospital Rocha Maia, em Botafogo e Centro Municipal de Saúde Necker Pinto, na Ilha do Governador.

Também há queixa de falta de vacina para as crianças em postos como o da Casa Firjan, em Botafogo, Museu da República, no Catete, Planetário da Gávea, e Escola Municipal Cícero Pena, em Copacabana. Em entrevista ao RJTV, da Rede Globo, Daniel Soranz reconheceu o problema e pediu paciência aos pais.

Fonte: Revista Exame

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