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Rondônia, quarta, 19 de janeiro de 2022.



G1

‘Primeira arma apontada na nossa cara a gente nunca esquece’, diz dono de lanchonete após assalto em Porto Velho


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Vídeo mostra o momento do crime, na noite de domingo (28). Empresário contou ao g1 que durante o assalto, só pensava na segurança dos familiares que estavam no local. “A primeira arma apontada na nossa cara a gente nunca esquece”. A frase foi dita pelo empresário Ulysses Arcanjo, de 26 anos, após um assalto na sua hamburgueria na noite do domingo (28). As imagens da câmera de segurança do local gravaram toda a abordagem dos suspeitos, que durou menos de um minuto (veja o vídeo abaixo).
Câmeras de segurança gravam momento em que lanchonete é assaltada em Porto Velho
A lanchonete é localizada no bairro São Cristóvão, no centro de Porto Velho. Em entrevista ao g1, Ulysses contou que estava perto do horário de pico de pedidos quando dois homens armados entraram no local anunciando o assalto.
Na hora do crime estavam no local alguns clientes, colaboradores, a mãe e duas tias de Ulysses. Segundo ele, a principal preocupação era pela segurança da família.
“A primeira coisa que pensei foi na segurança delas, que são senhoras de mais idade. Até pelo que se pode observar no vídeo, eu tento meio que colocar o celular no bolso para vê se ele [assaltante] se distrai, para que não fosse direto nelas. Tentei ganhar um pouco a distração dele”, contou.
Câmeras de segurança gravam momento em que lanchonete é assaltada em Porto Velho
Arquivo Pessoal
Nas imagens é possível ver que alguns clientes demoraram a perceber o que acontecia, e outros tentaram sair da lanchonete, mas foram contidos pelos assaltantes. Os criminosos agiram em menos de um minuto e levaram seis celulares.
“Tentei ser o mais frio possível. Ele estava muito nervoso, eu não sei se era por uso de entorpecentes ou de inexperiência. Então qualquer gesto que eu pudesse fazer frente a frente com ele, de forma grosseira, ou qualquer reflexo meu, podia ocasionar em uma tragédia. São coisas que passam na cabeça por segundos, que a gente tenta raciocinar”, contou.
Por causa do susto, o empresário precisou encerrar o expediente mais cedo em respeito à condição psicológica dos colaboradores e clientes, e para registrar o boletim de ocorrência. Entre os celulares roubados, estava o da empresa, que segundo Ulysses, foi o maior prejuízo causado pelo assalto.
“Depois o que fica é a raiva, o transtorno, porque tem a situação ruim com os colaboradores, família e clientes. Eles terem tomado o celular da empresa acabou pra mim, deu muito problema em questão de trabalho. Eu queria pelo menos avisar os clientes que não tinha mais expediente”, explicou.
Após o acontecido, Ulysses contou ao g1 que a segurança da lanchonete foi reforçada, e que inclusive foi contratado um vigia.
*Estagiária do g1 Rondônia, sob supervisão de Ana Kézia Gomes.
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Fonte: G1 Rondônia

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