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Rondônia, quarta, 01 de dezembro de 2021.



G1

Descarbonização é tema da COP 26 e compromisso da Energisa em Rondônia


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Maior distribuidora de energia da Amazônia Legal, empresa investe para reduzir em 293 mil toneladas/ano os gases do efeito estufa emitidos na geração de energia a óleo diesel no estado Mas além de energia para investimento, temos outros impactos importantes
Energisa
Com atuação em quatro estados da Amazônia Legal, a Energisa tem projetos que contribuem diretamente no desenvolvimento sustentável da região. O maior deles é o de desativação de 19 usinas de geração de energia a óleo diesel na região até 2025. Apenas em Rondônia, 13 usinas desse tipo serão substituídas até 2022, reduzindo em 293 mil toneladas a quantidade de gases do efeito estufa emitida por ano. Além disso, iniciativas de universalização da energia elétrica na região, como o programa Luz para Todos e a Vila Restauração, contribuem para que milhares de “motorzinhos” que funcionam no interior da Amazônia também sejam substituídos por energia de fonte mais limpa e de melhor qualidade.
De acordo com o diretor técnico da Energisa, Fabrício Sampaio, o desligamento das usinas a óleo diesel é possível graças à conexão de regiões que estavam isoladas ao Sistema Interligado Nacional (SIN), o mesmo que leva energia para a maioria dos brasileiros. Essas regiões são atendidas por usinas a óleo sem ligação com o SIN. Para que a substituição seja possível, estão sendo construídas 25 novas subestações em todo o estado e mais de 1 mil quilômetros de redes de alta tensão. “Conectadas ao SIN, essas regiões passam a receber energia limpa e de qualidade, sem limitação na oferta. Ou seja, não falta mais energia para abrir uma sorveteria, um salão de beleza ou mesmo um frigorífico nessas localidades”, comemora.
Energisa levará energia limpa para 90 mil famílias de Rondônia até o fim de 2021
Para além do impacto da substituição dessas grandes térmicas, que chegam a atender municípios com até 40 mil habitantes, como Buritis, a universalização de energia também tem efeito na descarbonização da energia na região. Embora seja difícil de medir, esse impacto é fácil de perceber pelos relatos dos clientes. É o caso da Fabiana Pires, de Costa Marques.
A Energisa desativou a usina a óleo diesel no município no fim de 2020, dois anos após assumir a concessão no estado. Antes da inauguração da subestação que permitiu a ligação do município ao SIN, a pouca oferta de energia da usina era um limitador para atender as áreas rurais do município. Com isso, Fabiana tinha energia apenas do motorzinho, que não podia ficar ligado o dia inteiro e não era suficiente para puxar a água do poço amazônico, o que ela fazia com balde.
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Para levar energia limpa e de qualidade para localidades ainda mais remotas do que essas que são atendidas por sistemas isolados, como era o caso de Costa Marques, a Energisa também vem trabalhando em soluções inovadoras. Exemplo disso é a Vila Restauração, no Acre, onde o custo e o impacto de levar uma rede elétrica tradicional exige a adoção de novas tecnologias. Na Vila Restauração, a empresa inaugurou, agora em outubro, um projeto com 600 painéis solares.
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Fonte: G1 Rondônia

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