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Rondônia, quarta, 01 de dezembro de 2021.



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Inventa: mercado digital dos pequenos varejistas capta R$ 30 mi


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Praticidade e comodidade, apesar de clichês, são termos que descrevem bem o que tem sido procurado por consumidores quando o assunto é compra digital. As mesmas condições também forçam comerciantes a adaptarem seus negócios a uma nova leva de compradores mais exigentes.

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Diante desse cenário, os empreendedores Marcos Salama, Fernando Carrasco e Laura Camargo, executivos com experiência em gestão de unidades de supermercados, ciência de dados e finanças em empresas como Rappi, Gympass e McKinsey, criaram a Inventa, startup que digitaliza o processo de compra e venda de pequenos varejistas.

A startup, fundada no início de 2021, funciona como uma plataforma na qual pequenos e médios empreendedores e lojistas podem repor seus estoques de produtos comprando itens no atacado, com ajuda de tecnologia proprietária da Inventa, ou seja, um marketplace de atacado aos moldes B2B.

O olhar para os pequenos e médios lojistas veio de uma percepção de que os comerciantes à frente desses negócios precisam de um estímulo adicional para estar no páreo com gigantes de entrega digitais que hoje abocanham boa parte do mercado, segundo Marcos Salama, CEO da Inventa.

“O mercado criou ferramentas para que marcas que atendem o B2C pudessem integrar o cliente na forma de consumo online, Rappi, iFood, Magalu, Amazon, por exemplo – têm ajudado os consumidores a fazerem pedidos online, no entanto, quando você olha para as pequenas empresas, a maioria das compras ainda é feita como era há 30 anos”, diz.

A proposta é ajudar esses negócios a integrarem um modelo digital às operações se valendo de dados para a tomada de decisões. Para isso, a Inventa oferece, além do ambiente de compra, recomendações de produtos que mais vendem e crédito para os lojistas, tudo com base nas informações reais de cada negócio.

“As compras das pequenas empresas são totalmente offline, dependendo de visitas de representantes de vendas, sem nenhum dado do que vende bem, sem nenhum atendimento ao cliente e com bastante dificuldade de conseguir prazo de pagamento. Na pandemia, essas empresas começaram a vender online também, e agora querem também comprar online. Queremos liderar essa mudança”, diz.

Agora, em menos de um ano de existência, a empresa acaba de receber um aporte de 30 milhões de reais em uma rodada de investimento seed, com participação de fundos como NXTP, PearVC, OneVC e Maya Capital.

Segundo a empresa, o capital vem para fazer crescer (ainda mais) os números do negócio. Atualmente, a Inventa tem 5.000 produtos de 200 diferentes lojas cadastrados e atende cerca de 3.000 lojistas em todo o país. O ritmo de crescimento da startup, segundo Salama, é de 150% ao mês.

Com o investimento, a ideia é expandir as áreas de marketing e vendas e também trazer melhorias para a tecnologia criada por lá. A empresa quer fechar o ano com pelo menos 100 funcionários, 1.000 marcas parceiras e também mais do que triplicar o número de lojistas cadastrados, chegando a 10.000.

“Temos visto uma resposta impressionante dos nossos clientes varejistas e também das marcas que vendem com a gente. É extremamente gratificante ajudá-los a serem bem sucedidos e se tornarem mais competitivos dia após dia através do uso da tecnologia”, diz o CEO.

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Fonte: Revista Exame

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