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Rondônia, quarta, 09 de junho de 2021.



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Adequação das faixas da pista do Aeroporto de Cacoal vai permitir operacionalização por instrumentos


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Com a ampliação, a largura das faixas laterais passa de 70 para 140 metros no total

 


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O trabalho do Governo de Rondônia para a adequação da faixa de pista do Aeroporto Capital do Café, em Cacoal, entra na reta final. O Departamento Estadual de Estradas de Rodagem e Transportes de Rondônia (DER), por meio da 4ª Residência Regional, tem atuado na ampliação das faixas da pista e na adequação das áreas de segurança de fim de pista (área de escape), denominada Resa.

As adequações são necessárias para que o Aeroporto Capital do Café receba o certificado para operação por instrumento. Emitido pela Agência Nacional de Aviação (Anac), o documento atesta que as condições operacionais do aeroporto estão em conformidade com os requisitos de segurança e especificações da Agência. A operação por instrumento gera mais segurança no momento do pouso e decolagem, especialmente se as condições meteorológicas não permitirem a visibilidade mínima da pista.

“Muitas vezes aconteceu do avião chegar próximo ao Aeroporto de Cacoal e não poder pousar por falta de visibilidade. Mas agora, com a adequação das faixas de pista e a implantação dos instrumentos, esse problema será resolvido”, destaca o secretário regional do Governo de Rondônia, José Moura.

DER está executando a regularização das camadas em atendimento à Anac

Atendendo às normas exigidas pela Anac, a ampliação das faixas laterais da pista do aeroporto vai expandir de 70 para 140 metros a largura total. Essas áreas têm como objetivo proteger a aeronave e os passageiros durante as operações de pouso e decolagem, reduzindo o risco de danos, caso a aeronave saia dos limites da pista. As faixas servem ainda para facilitar a movimentação de equipes de salvamento e de combate a incêndio.

“Esse trabalho está sendo feito ao longo dos 2.100 metros da pista do Aeroporto Capital do Café. O DER está executando toda a regularização das camadas, aterro, corte de material, terraplanagem e a remoção de toda a camada vegetal, ou seja, está sendo feita toda a adequação exigida pela Agência Nacional de Aviação”, explicou o residente regional do DER, Emiliano Mancuso.