G1
Servidores protestam contra extinção de cargos no quadro da Prefeitura de Porto Velho

Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]Houve aglomeração e a polícia foi chamada. O ato foi pacífico. Protesto na Câmara de Vereadores hoje em Porto Velho
Trabalhadores fizeram uma manifestação na manhã desta terça-feira (25) na Câmara de Vereadores de Porto Velho para pressionar os parlamentares a não aprovarem projetos de lei que extinguem funções no quadro da prefeitura da capital.
O grupo de manifestantes foi formado em sua maioria por engenheiros e garis. No local houve aglomeração e a polícia foi chamada.
Os projetos que estão no centro do protesto extinguem cargos do quadro de apoio técnico, administrativo e operacional da Prefeitura de Porto Velho, como as funções de arquitetos, engenheiros ambientais, engenheiros agrônomos, técnicos de regulação e ainda em outras esferas como ajudantes de pedreiros, borracheiros, cozinheiros, mestre de obras, recepcionista e mais.
Também há descontentamento dos manifestantes quanto a transformação da “gratificação de responsabilidade técnica” em “gratificação de produtividade”. Essa mudança afetaria engenheiros e arquitetos, que passariam a receber gratificação apenas se comprovassem produtividade.
Segundo o presidente da câmara de vereadores, Edwilson Negreiros, os engenheiros ganham em média R$ 4 mil de salário e mais R$ 6 mil de gratificação. Porém, como a gratificação é maior que o salário, a câmara entende que apenas os servidores produtivos deveriam ter o repasse.
Já quanto aos garis, o presidente da câmara diz que Porto Velho tem aproximadamente 730, mas apenas 150 estão de fato trabalhando na limpeza da cidade. Esses não perderão seus benefícios, mas os outros 580 que estão com desvio de funções e não atuam nas ruas da cidade devem perder.
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O grupo de manifestantes foi formado em sua maioria por engenheiros e garis. No local houve aglomeração e a polícia foi chamada.
Os projetos que estão no centro do protesto extinguem cargos do quadro de apoio técnico, administrativo e operacional da Prefeitura de Porto Velho, como as funções de arquitetos, engenheiros ambientais, engenheiros agrônomos, técnicos de regulação e ainda em outras esferas como ajudantes de pedreiros, borracheiros, cozinheiros, mestre de obras, recepcionista e mais.
Também há descontentamento dos manifestantes quanto a transformação da “gratificação de responsabilidade técnica” em “gratificação de produtividade”. Essa mudança afetaria engenheiros e arquitetos, que passariam a receber gratificação apenas se comprovassem produtividade.
Segundo o presidente da câmara de vereadores, Edwilson Negreiros, os engenheiros ganham em média R$ 4 mil de salário e mais R$ 6 mil de gratificação. Porém, como a gratificação é maior que o salário, a câmara entende que apenas os servidores produtivos deveriam ter o repasse.
Já quanto aos garis, o presidente da câmara diz que Porto Velho tem aproximadamente 730, mas apenas 150 estão de fato trabalhando na limpeza da cidade. Esses não perderão seus benefícios, mas os outros 580 que estão com desvio de funções e não atuam nas ruas da cidade devem perder.
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Fonte: G1 Rondônia






