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Rondônia, segunda, 19 de outubro de 2026.

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Flexibilização do isolamento começa sem um mínimo de regras desejáveis

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Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]

Em meio à guerra política e à determinação do STF para que o Senado abra a CPI das ações federais na Covid, estados e municípios vão pouco a pouco flexibilizando o isolamento social, mesmo com o alto número de mortes. Saem-se melhor junto à opinião pública os que se cercam de técnicos que expliquem tecnicamente, e assim ajudem a legitimar as decisões.

Mas, independentemente da legitimação técnica, a tendência parece ser para flexibilizações. No Maranhão, que tem um dos mais baixos índices de mortes por milhão de habitantes no Brasil, estão permitidos por exemplo os cultos religiosos, objeto da grande polêmica nos últimos dias. Ali, o governador Flávio Dino (PCdoB) seguiu a decisão do ministro do STF Nunes Marques.

Também registraram-se aberturas no estado de São Paulo e no município do Rio. Há outros casos Brasil afora. O que seria desejável? Que houvesse regras padronizadas para implantação de medidas de afastamento social quando é preciso começar a flexibilizar o isolamento. E que essas regras fossem baseadas nos resultados da experiência real.

Desnecessário dizer o quanto estamos distantes de algo assim.

* Alon Feuerwerker é analista político da FSB Comunicação

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Fonte: Revista Exame

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