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Rondônia, quarta, 14 de abril de 2021.



G1

Médicos Sem Fronteiras reforçam atendimentos e combate à Covid-19 em Ji-Paraná, RO


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Equipes estão realizando levantamento da situação da doença no município e devem iniciar atendimentos no final de semana. Profissionais da ONG também atuam em Porto Velho. Profissionais vão reforçar atendimentos no Hospital Municipal Claudionor Couto Roriz em Ji-Paraná
Gedeon Miranda/redde Amazônica
Ji-Paraná (RO) ganhou reforço para o combate à Covid-19. Equipes da ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) chegaram na cidade para ajudar nos atendimentos. Médicos e enfermeiros devem iniciar os atendimentos no Centro de Covid no próximo final de semana.
Até a sexta-feira (9), os profissionais estarão fazendo um levantamento da situação do município para definir como será o protocolo do serviço em Ji-Paraná, como explica o coordenador de emergência do MSF no Brasil, Fábio Biolchini.
“Médico Sem Fronteiras vai começar a atuar essa semana agora na cidade de Ji-Paraná também com um suporte similar ao que já estamos dando à cidade de Porto Velho. Além disso estamos trazendo médicos e enfermeiros para completar a escala do Hospital Municipal da cidade de Ji-Paraná, que também não tem médicos e enfermeiros suficientes para cobrir a escala e dar conta de tanto paciente que chega todos os dias nesse hospital”.
Entre os 51 municípios do interior de Rondônia, Ji-Paraná foi escolhido devido a situação crítica enfrentada, como a superlotação e a falta de profissionais. O município também registrou nos três primeiros meses de 2021 mais mortes pela doença que em todo o ano de 2020.
Os profissionais devem atuar no município por tempo indeterminado. A ONG também trabalha há três semanas em Porto Velho.
“A situação em Rondônia hoje é crítica. Há pacientes demais e não há leitos suficientes para todos esses pacientes no estado. Hospitais e UPAs no estado estão totalmente sobrecarregados com esse número de pacientes e alguns insumos essenciais estão com estoques críticos, incluindo oxigênio. Estamos dando um suporte clínico para cinco UPAs, estamos trazendo conhecimento técnico no manejo de pacientes que adquirimos em outros lugares do mundo e também no Brasil, para melhorar a qualidade desse atendimento, prevenir infecções dentro do hospital e também melhorar o fluxo de pacientes”.
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Fonte: G1 Rondônia