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Pessimistas em uma longa espera


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A segunda onda da pandemia de Covid-19 tem deixado o brasileiro pessimista. Seja em relação à campanha da vacinação contra o coronavírus, seja em relação à expectativa de quando a economia brasileira poderá voltar a algum trilho de crescimento.

Uma em cada 4 pessoas acredita que só será vacinada em 2022. Outros 26,8% falam em ser imunizados até julho deste ano; e 32,2%, apenas entre agosto e dezembro. Ou seja, a expectativa da maioria é de que, em termos de imunização, o ano de 2021 esteja praticamente perdido.


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Se a vacina é a única solução mais palpável para fazer com que o país volte a alguma normalidade (enquanto uma minoria possui alguma imunidade, a Covid-19 avança a passos largos no país, com mais de 1.000 mortes diárias há mais de um mês), o pessimismo em relação à economia também é latente.


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Apenas 13,9% dos brasileiros acreditam em uma recuperação da economia ainda em 2021. Pouco mais de um terço (36,8%) fala em recuperação apenas no ano que vem. E a expressiva marca de um terço (34,5%) é ainda mais descrente, apostando na melhora apenas em 2023. Todos esses dados são da última pesquisa divulgada pela Confederação Nacional do Transporte.

Com tanto pessimismo, é natural esperarmos mais pioras no humor do brasileiro, inclusive na avaliação que ele faz de seus governantes. A volta de um auxílio emergencial menor pode até mudar um pouco esse quadro, mas dificilmente com a mesma intensidade de antes.

Se a vacina não avançar, e na esteira dela a economia, o humor da população será (ainda mais) decisivo na eleição do ano que vem. A conferir.

*Sócio-diretor do Instituto FSB Pesquisa e da FSB Inteligência

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Fonte: Revista Exame

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