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Weitãg Suruí, mãe do líder indígena Almir Suruí, morre com suspeita de Covid-19 em Cacoal, RO


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Um irmão de Almir morreu vítima do vírus em agosto de 2020. Weitãg tinha 98 anos e apresentou os sintomas da doença dois dias antes de morrer. Covid-19 entre os indígenas
A indígena Weitãg Suruí, de 98 anos, morreu dentro da aldeia Apoenã Meireles, na Terra Indígena Sete de Setembro em Cacoal (RO), com suspeita de Covid-19. Mãe do líder Almir Suruí, Weitãg apresentava sintomas como dor no corpo e febre.
De acordo com o filho, ela procurou o posto de saúde que fica dentro da aldeia e foi orientada a ficar em isolamento pois era um caso suspeito de Covid-19. Dois dias após apresentar os primeiros sintomas, ela morreu.
Almir ainda disse que a mãe tinha alguns problemas de saúde, como diabetes, e que não foi testada para o vírus pois não completou os dias necessários para a realização do exame.
No dia 24 de agosto de 2020 Almir também perdeu um irmão para a Covid-19. Renato Suruí era professor e pesquisador. Ele morreu após ficar 21 dias internado no Hospital Regional de Cacoal.
A primeira morte por Covid em uma aldeira Suruí foi registrada no mês de agosto do ano passado. Segundo dados do painel Covid-19, do Governo do Estado, entre todas as etnias do estado já foram confirmados 1.589 casos, sendo 246 apenas em Cacoal. Nesta quarta-feira (6) 51 indígenas estão em tratamento domiciliar e 4 internados.
Entre os números de casos positivos entre os indígenas, os Suruís lideram com 204 casos, seguidos dos Cinta Larga com 156 e Oro Nao com 128.

Fonte: G1 Rondônia

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