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Após ter alta da UTI, homem picado por 3 mil abelhas visita Samu e agradece equipe que o salvou


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Autônomo Adenilson Pereira foi atacado por abelhas no dia 20 de outubro em Ariquemes (RO). Socorrista contou que usou capote em ambulância para poder chegar com a vítima ao hospital. O reencontro entre sobrevivente de ataque de abelhas e socorristas
O homem que foi picado por 3 mil abelhas decidiu ir pessoalmente até o Samu para agradecer a equipe que o salvou em Ariquemes (RO), Vale do Jamari.
Adenilson Pereira Gomes foi atacado por um enxame quando estava em uma casa no bairro BNH, no dia 20 de outubro. Após ser socorrido pelo Samu, a vítima precisou ser transferida em estado grave para Porto Velho e ficou internada no Cemetron, sendo três dias apenas na UTI.
Na última sexta-feira (7), já de volta em Ariquemes após ter alta médica, Adenilson procurou os profissionais que conseguiram salvá-lo do enxame.
“Agradeço muito a vocês, que puderam prestar socorro a mim naquele momento”, disse o autônomo para a técnica de enfermagem do Samu e para o motorista da ambulância.
Segundo os trabalhadores do Samu, quando a equipe chegou na casa onde houve o ataque das abelhas, Adenilson estava rolando no chão e tentando se livrar das abelhas.
Adenilson foi atacado por abelhas em Rondônia no mês de outubro
Samu/Reprodução
“Eu nunca imaginava que fosse o ver de novo, por causa da situação como o encontramos. Milhares de picadas de abelhas nos membros inferiores, tórax. Tinha muita ferroada no ouvido, orelha.. Era uma cena chocante de ver”, relembra a técnica de enfermagem Simone Souza.
O socorro a Adenilson foi muito arriscado, pois ameaçava a equipe da ambulância. O motorista que atendeu a ocorrência contou à Rede Amazônica como eles trabalharam para salvar a vida da vítima.
Adenilson reencontra equipe que o salvou das abelhas em Ariquemes, RO
Rede Amazônica/Reprodução
“A gente arrumou os capotes que a gente usa para o transporte de pacientes da Covid-19 e colocamos na porta que separa o paciente dos técnicos e condutor. Tivemos a ideia de fechar esse local [depois que Adenilson entrou sozinho na ambulância]”, relembra o motorista Ricardo Freitas.
Segunda chance
Para o autônomo Adenilson, sobreviver a este ataque é um sinal de segunda chance.
“Eu agradeço os paramédicos, Corpo de Bombeiros, Cemetron, a todos que me ajudaram naquele momento difícil da vida. Acredito que Deus me deu uma nova chance, porque não é todos que estariam vivos nesse momento. É o momento mais importante da minha vida”, diz.
Adenilson agradece equipe que o salvou em Ariquemes
Rede Amazônica/Reprodução
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Fonte: G1 Rondônia

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