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Pai, madrasta e avó acusados do homicídio de menina de 2 anos irão a júri popular em RO


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Lauanny Hester Rodrigues foi espancada até a morte em setembro de 2019 em Ariquemes (RO). Acusações são de tortura e homicídio qualificado. Lauanny Hester Rodrigues, de 2 anos, foi espancada até a morte em Ariquemes (RO)
Reprodução/ Redes Sociais
Os acusados de matar a menina de 2 anos, identificada como Lauanny Hester Rodrigues em setembro de 2019 em Ariquemes (RO), serão submetidos a um júri popular. A informação foi confirmada à Rede Amazônica pelo Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO). Data do julgamento ainda não foi marcada.
Os três acusados pela morte de Lauanny são: o pai, William Monteiro da Silva, a madrasta Ingrid Bernardino Andrade e a avó paterna Suley dos Santos Monteiro. Todos estão presos, sendo William e Ingrid em Porto Velho e Suely em Ariquemes. As acusações são de tortura e homicídio qualificado.
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Menina assassinada já havia sido agredida e espancada pelo pai
Dos três, apenas a defesa de Suely solicitou recurso da decisão da cliente ir a júri popular. Ainda não há definição sobre essa solicitação de recurso. A Rede Amazônica não conseguiu contato com a defesa de Suely.
Já a de William e Ingrid informou que prepara a defesa dos clientes para o júri e que no momento está na fase de apresentar o rol de testemunhas de defesa.
Caso Luanny Hester
Lauanny Hester Rodrigues, de 2 anos, morreu depois de ser espancada pelo pai e a madrasta em uma casa de Ariquemes (RO). O crime aconteceu no fim da manhã de 21 de setembro no bairro Marechal Rondon.
A polícia e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionados por vizinhos que ouviram a criança sendo agredida, mas quando chegaram ao local ela já havia morrido.
O pai e a madrasta foram localizados em uma praia junto com um bebê de 5 meses, que é filha do casal, e confessaram terem agredido a Lauanny.
Investigações apontaram que a menina já havia sido espancada pelo pai, e teve o braço quebrado. Na época, ela foi retirada do convívio com o pai e entregue e a avó materna. No entanto, a mulher devolveu a criança ao filho, sem o conhecimento do Conselho Tutelar.
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Fonte: G1 Rondônia

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