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Rondônia registra menor índice de vacinação contra poliomielite no Brasil


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No país mais de 6 milhões de crianças deixaram de ser vacinadas contra a pólio. Doença pode afetar os nervos e levar à paralisia. Mais de 6 milhões de crianças deixam de ser vacinadas contra a pólio
Dados preliminares das secretarias de saúde apontam que Rondônia registrou o menor índice de vacinação contra poliomielite no Brasil, apenas 17,3%.
Já o Amapá teve o maior índice de vacinação, com 76,4%
Seguido de Pernambuco com 64% e
Paraíba com 61%
A campanha nacional de vacinação terminou na sexta-feira (30), mas em Porto Velho a imunização terminou na quinta (29), devido a mudança na data do feriado do dia do servidor público.
Até a segunda-feira (26), Rondônia havia vacinado cerca de 12,4 mil crianças contra a poliomielite, o que corresponde a 11,7% do público-alvo, que é de 105 mil crianças de um a menores de cinco anos em todo o estado, de acordo com o Ministério da Saúde.
Ainda conforme o ministério, a poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança não morre quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores.
A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.
QUEDA: Metade das crianças brasileiras não recebeu todas as vacinas que deveria em 2020, apontam dados do Ministério da Saúde
CALENDÁRIO: Veja o Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde
Esta semana um produtor rural de 50 anos que foi infectado pelo vírus no primeiro ano de vida contou ao G1 que a cada dia tenta superar as sequelas causadas pela paralisia infantil.
Israel Souza mora atualmente na zona rural do município de Alta Floresta (RO). Ele tem esposa e uma filha de 6 anos.
“O fato de andar arrastando faz com que eu tenha dificuldade em desempenhar o serviço como eu queria. Mas na medida do possível, pro meu viver, consigo trabalhar”, diz.
No sítio da família, Israel mexe com piscicultura e também tem habilidades com a marcenaria. O produtor destaca, que mesmo diante de toda a força de vontade em continuar fazendo atividades na roça, encontra dificuldades por conta da paralisia.
A doença em Israel evoluiu quando ele era criança e foi motivada devido à falta de vacina.
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Fonte: G1 Rondônia

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