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Governador diz que vai usar ‘força necessária’ para prender grupo suspeito de emboscar policiais em fazenda de RO

Ricardo Brandão
Jornalista do site Portalrondonia.com com mais de 15 anos no jornalismo [email protected]Estado não confirma a ligação dos suspeitos em movimento sociais: “Não são ações de pessoas que estão buscando terra para sobreviver”, diz governador. Figueiredo e Rodrigues: policiais mortos em emboscada em Rondônia
Polícia Militar/Divulgação
O governador de Rondônia Coronel Marcos Rocha, afirmou em coletiva à imprensa neste domingo (4), que o grupo responsável pela emboscada e mortes de policiais militares em uma fazenda de Mutum-Paraná, distrito de Porto Velho, é formado por pessoas treinadas, que possuem tecnologia e armamento pesado.
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Também participaram da entrevista o secretário Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), coronel José Hélio Pachá e Coronel Plinio, subcomandante da PM.
Todos declararam que o grupo armado utiliza técnicas de guerrilha e não confirmaram a ligação dos suspeitos em movimento sociais.
“É importante que a Justiça perceba que essas ações são criminosas. Não são ações de pessoas que estão buscando terra para sobreviver. E nós temos produtores rurais aqui, temos agricultores que estão amedrontados com essas ações criminosas. Eu lamento muito, muito, a morte desses policiais. Temos que tomar uma atitude e essa atitude vai ser tomada utilizando a força necessária”, declarou o governador Marcos Rocha.
Conforme apurado pela inteligência da segurança pública, a área do crime é uma região de conflito agrário e não há, no âmbito legal, decisão que autorize as forças de segurança adentrarem no local.
Durante sobrevoo na região foram avistadas várias mulheres e crianças, portanto, a orientação foi retrair a tropa e garantir que a operação seria de resgate. A equipe encontrou o corpo do Tenente Figueiredo e confirmou uma segunda morte: a do Sargento Rodrigues.
“A tropa foi acionada durante a tarde e saímos de madrugada. Tropa altamente especializada. A polícia não foi naquele local pra se vingar de ninguém, a polícia foi naquele local para cumprir a lei. E nosso trabalho não encerra aqui”, afirmou Plinio.
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Fonte: G1 Rondônia






