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Ônibus do Consórcio SIM são apreendidos e Porto Velho fica sem transporte coletivo neste sábado, 5


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Decisão é da Justiça de Minas Gerais. Semtran informou que não vai se manifestar sobre o caso no momento. Ônibus do transporte coletivo de Porto Velho é levado por guincho.
Diêgo Holanda/G1
Um mandado judicial de busca e apreensão foi cumprido na manhã deste sábado (5), na garagem do Consórcio SIM, em Porto Velho. Com a ação, a cidade ficou sem transporte coletivo durante toda a manhã.
A apreensão aconteceu por determinação do juiz Igor Queiroz, da 21ª Vara Cível da Comarca de Belo Horizonte, e é decorrente de um processo pelo não pagamento de um empréstimo.
Conforme o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), o autor do processo alegou que o Consórcio SIM firmou um contrato com ele para a aquisição de 30 ônibus de uma empresa do Maranhão ao transporte coletivo de Porto Velho. O pagamento seria feito em 14 parcelas de R$ 145 mil, mas não houve cumprimento do compromisso.
No início de agosto, o autor da ação pediu à Justiça mineira a busca e apreensão dos veículos, que foram postos como garantia de pagamento pelo SIM. Inicialmente, o juiz negou o pedido, mas o credor obteve decisão favorável em segunda instância.
De acordo com funcionários da empresa, que preferiram não ser identificados, 12 veículos foram levados da garagem, na região do Trevo do Roque. O mandado determina a apreensão de 30 veículos.
Um representante do SIM esclareceu à Rede Amazônica que os veículos apreendidos não fazem parte da frota que presta o serviço na cidade atualmente, mas sim de um dos sócios da empresa e estavam estacionados na garagem.
Sobre a falta de ônibus neste sábado, revelou que os ônibus foram impedidos de sair pelo oficial da Justiça e que o serviço será normalizado após a conclusão do trabalho dele. O SIM também garantiu que continuará prestando o serviço na capital e que durante a pandemia do novo coronavírus não houve paralisação dos trabalhos, exceto por restrição determinada pelo município.
A Secretaria Municipal de Trânsito e Mobilidade (Semtran) de Porto Velho declarou apenas que não irá se manifestar neste momento sobre o caso.

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Fonte: G1 Rondônia

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