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Ações de fiscalização, combate a incêndios florestais e extração ilegal de madeira são reforçados em Rondônia


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O secretário de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam), Marcílio Lopes,  acompanhou “in Loco” as ações da Operação Hiléia no município de Alto Paraíso. Nesta sexta-feira, 21, atuam 3 equipes de operações na região (Iara, Hiléia e Dragas) além da Verde Brasil 2.

A “Operação Draga” é voltada a extração irregular de minérios no rio Madeira; A “Operação Hiléia” combate o desmatamento e prevenção de queimadas e a “Operação Iara” foca a pesca predatória em todas as bacias hidrográficas do Estado de Rondônia.


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OPERAÇÃO HILÉIA


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A operação Hiléia, é apenas uma das ações repressivas e preventivas contra os delitos ambientais em Rondônia, no  combate ao desmatamento e prevenção às queimadas ilegais. A Sedam conta com equipe de técnicos ambientais que agem de forma preventiva por meio da Coordenadoria de Educação Ambiental e Coordenadoria de Geociência, responsável pela coleta de informações via satélite que depois são repassadas às equipes de campo.

Marcos Trindade, Coordenador de Proteção Ambiental (Copam) lidera as equipes de campo, que contam com o apoio Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), Delegacia

secretário Marcílio Lopes acompanhando as equipes de campo no Município de Monte Negro-RO
Especializada em Repressão aos Crimes Contra o Meio Ambiente (Derccma),Corpo de Bombeiros Militar (CBM), ERGAS; Núcleo de Operações Aéreas (NOA), Grupamento de Operações Aéreas (GOA) e órgãos de inteligência.

Na operação deflagrada no município de Alto Paraíso, contou com a participação do assessor Marco Cavalcante, do comandante do Batalhão da Polícia Ambiental (BPA), Major Glauber Solto e do comandante do Batalhão de Policia de Choque (BPchoque), Major Arivabene.

A presença e o envolvimento de todos demonstram força e compromisso do Governo de Rondônia no combate aos ilícitos ambientais no Estado.
“O Batalhão de Polícia Ambiental é a última força do Estado para o controle da multidão, patrulhamento tático urbano e rural e consequentemente, o conflito agrário. Essa simbiose entre as ações da Sedam com o BPA e BPchoque é benéfica a população o que propicia economia ao Estado nas operações conjuntas” diz o major Glauber.

Equipe de operações em Alto Paraíso-RO
Em 12 dias de operação, 11 empresas foram vistoriadas, e apenas quatro delas possuíam em seus pátios madeiras extraída de forma legal, mostrando que há como sobreviver da extração da madeira respeitando os planos de manejo sem promover a degradação do meio ambiente.

ITELIGÊNCIA ALIADA
É árdua as ações da equipe de campo e por trás de cada uma delas, há um trabalho de inteligência que envolve monitoramento via satélite e denúncias. Locais de difícil acesso são desbravados e por diversas ocasiões a equipe não é bem recebida, inclusive por meio de emboscadas, pelos infratores.

Desta forma, torna-se imprescindível o apoio do BPA e demais parceiros. A Sedam conta com uma sala de situação onde técnicos rastreiam pontos de desmatamento e focos de calor em tempo real, possibilitando as operações das equipes em campo.
“Embora não haja consonância por parte de alguns, em nossos trabalhos temos do nosso lado a missão do dever cumprido dentro da legalidade” explana Trindade

“O governador coronel Marcos Rocha é um apoiador das operações que combatem os ilícitos ambientais. Agir com ostensividade é a chave para combater esse tipo de crime” dispara o secretário.

Participaram desta equipe da Operação Hileia quase 100 policiais (BPA, BPChoque, Patam, BPTram e Comando Geral); 31 viaturas e 12 servidores da Sedam. Foram lavradas 113 ordens de infração; 92 Termos Circunstanciados de Ocorrências (T.C.O); multa por desmatamento quase R$ 27 milhões; multas em madeireiras R$ 3,5 milhõesl, ultrapassando a casa dos R$ 30 milhões em multas em 12 dias de operação.

MADEIRAS APREENDIDAS
As madeiras apreendidas na operação foram doadas ao Departamento de Estradas e Rodagens (DER) e serão utilizadas para a construção e reformas de pontes e pontilhões em todo o Estado de Rondônia.
É preciso ressaltar a importância da conscientização da população que insiste em manter a cultura de crimes contra o Meio Ambiente.

GUARDIÕES DA AMAZÕNIA
É um aplicativo que permite que o cidadão registre com foto e coordenada geográfica o local exato de uma queimada ou outros delitos ambientais. A denuncia é repassada ao órgão fiscalizador onde serão tomadas as providências necessárias.

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