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Rondônia registra mais 9 mortes pela Covid-19 e chega a 1.026; Estado soma 48.923 casos


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Rondônia tem 6,7 mil casos ativos da doença nesta terça-feira (18). Dados são da Secretaria de Estado da Saúde. Profissional da saúde aplica teste rápido da Covid-19
Christiano Antonucci/Secom-MT
Mais nove mortes pela Covid-19 foram registradas em Rondônia nesta terça-feira (18). Com os novos óbitos, o estado chega a 1.026 vítima da doença. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
As novas mortes registradas no estado foram em:
2 em Porto Velho – homens de 64 e 79 anos;
1 em Alta Floresta – homem de 57 anos;
1 em Guajará-Mirim – mulher de 67 anos;
1 em Jaru – homem de 76 anos;
1 em Ouro Preto do Oeste – mulher de 64 anos;
1 em Rolim de Moura – homem de 87 anos;
1 em Urupá – homem de 45 anos.
Rondônia ainda registrou 691 novos casos de infecção por coronavírus, chegando a 48.923. Porto Velho foi a cidade com maior número de novos registros (191), seguido por Cacoal (82) e Vilhena (78).
Ainda segundo a Sesau, foram constatados casos a menos em relação ao dia anterior nos municípios de Candeias do Jamari e Cacaulândia, em decorrência de duplicação de registros.
As cidades com maior número de óbitos registrados são:
Porto Velho – 610
Guajará-Mirim – 79
Ariquemes – 61
Ji-Paraná – 35
Vilhena – 31
Já as cidades com maior número de casos confirmados são: Porto Velho (25.197), Ariquemes (3.828), Guajará-Mirim (2.593), Vilhena (2.207) e Ji-Paraná (1.542).
Também foi informado que o estado tem:
40.924 pacientes recuperados
6.973 casos ativos
366 pacientes internados
151.456 testes realizados
505 aguardando resultados dos exames no Lacen
Nesta terça-feira (18), dos 214 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adultos disponíveis na rede pública do estado, 145 estão sendo utilizados, o que representa uma lotação de 66,8%.
A situação é mais crítica na macrorregião II, que atende municípios do centro-sul do estado e engloba os hospitais de Cacoal, Vilhena e São Francisco do Guaporé. Nessa região, a taxa de ocupação está em 83%, sendo que o Hospital Regional de Cacoal (HRC), que é referência para o tratamento da doença, tem apenas dois leitos disponíveis.
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Fonte: G1 Rondônia

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