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Polícia Civil prende, em Porto Velho, organizador do “Show de prêmios da Solidariedade”

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Foi cumprido o Mandado de Prisão Preventiva em desfavor do agente penitenciário Ricardo Nelson Ribeiro, organizador do bingo, onde os ganhadores não receberam seus brindes.

Na manhã desta terça-feira (10/12) a Polícia Civil, através da Polinter de Porto Velho, fez cumprir Mandado de Prisão Preventiva em desfavor do agente penitenciário Ricardo Nelson Ribeiro, dito organizador do bingo ocorrido no último domingo dia 01/12,  na Praça Mário Correia, no centro do município de Guajará-Mirim/RO.

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Segundo investigações comandadas pela Delegada Titular da 1ª Delegacia de Polícia de Guajará-Mirim, Dra. Luanda Luiza Mota Ximenes, com apoio dos agentes do Núcleo Integrado de Inteligência de Fronteira (NIIF),foi apurado que o organizador do evento, após grande mobilização na cidade, arrecadou valores com a venda de cartelas para o evento e, após sorteio, agendou com as vítimas no dia seguinte e simplesmente desapareceu, tentando ganhar tempo, acabou não repassando as premiações dos ganhadores.

Ainda no curso das investigações, apurou-se que o organizador acabou devolvendo as motos a revendedora, sem pagar por elas, veículos esses que, segundo anunciava, eram objetos de premiação. Já em relação ao automóvel em sorteio, segundo as investigações, teria sido locado na cidade de Porto Velho e, com a retirada das placas identificadoras, passou a ser exibido na cidade como objeto da premiação, em nenhum momento sendo informado que era apenas objeto de ilustração.

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Diante de todo o apurado, a Polícia Civil representou e a Justiça Estadual, Comarca de Guajará-Mirim, deferiu o pedido de Prisão Preventiva, sendo Ricardo procurado desde então pelos agentes do NIIF, em ação integrada com a Polícia Civil da Capital.

Já na manhã desta terça-feira, a POLINTER logrou êxito em cumprir o Mandado de Prisão e Ricardo foi encaminhado a unidade prisional, em Porto Velho, onde permanecerá a disposição da justiça e da Polícia Judiciária, que está tomando todas as medidas para a garantia do cumprimento da lei penal.

A atitude de Ricardo causou grande clamor popular e revolta, em razão da mobilização fazendo uso de Entidade Beneficente e sem fins lucrativos, entidade essa que nada recebeu do investigado.
Fonte: O MAMORÉ

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