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“Ele vai me matar”, afirma médico que sofreu ataque no Cemetron

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Em tratamento oftalmológico no estado de São Paulo, o médico Gladson Denny Siqueira, que foi vítima de um ataque dentro de seu ambiente de trabalho no hospital Cemetron, em Porto Velho, se manifestou pelas redes sociais sobre a decisão da Justiça que condenou em cinco anos no regime semiaberto o agente penitenciário Oziel Araújo Fernandes. De acordo com Gladson Denny, a condenação da Justiça serviu como um abono pelo crime cometido e ainda serviu como estimulo para outros homens.

Eu sou a vítima de uma tentativa de homicídio, o que aconteceu foi um engodo, como pode uma pessoa pegar uma arma do estado, um colete a prova de bala do estado, fazer um preparado de soda caustica e vir dar susto em mim? E o júri ainda vai dizer que foi forte emoção”, afirmou. Gladson passou 23 dias na UTI após ser atacado com soda caustica por Oziel, ele perdeu a visão de um olho e parcialmente de outro. “Isso é um caso de impunidade e estimulação ao crime, porque tá lá escrito que o júri considerou como forte emoção, aí um bandido pode encher a mulher de pancada alegando forte emoção, isso é coisa para analfabeto engolir, coisa que eu não sou”, disse.

O médico ainda confirmou que se envolveu com a esposa de Oziel e por varias vezes ouvia dela que ele o odiava, argumentos negados pela mulher durante o julgamento. Ele afirma sofrer risco de morte com essa decisão judicial. “De dia ele vai ser o cão e noite vai ser o santo.

É claro Oziel que você vai querer me matar, e aí como é que eu vou ficar? Então por isso que eu resolvi fazer esse vídeo, pois existe um descontentamento social, esse homem não é para tá solto”, afirmou Gladson Denny. Durante o julgamento, não foi permitido que a imprensa fizesse imagens do plenário do Tribunal do Júri porque o processo tramita em segredo de justiça.