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12 estudantes do Colégio Sapiens, em Porto Velho, formam quatro equipes participantes da 11ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), que em 2019 iniciou a primeira fase com o número recorde de 18,5 mil equipes inscritas, um total de 73 mil participantes de todos os estados brasileiros.

Ao todo a Olimpíada é composta por seis fases online, uma por semana e todas eliminatórias, além da final presencial marcada para os dias 17 e 18 de agosto em Campinas-SP.

De acordo com o professor Aleks Palitot, líder das equipes da escola, essa é uma participação inédita, mas que com certeza renderá bons frutos. “Queremos chegar com pelo menos uma equipe à final da Olimpíada, mas todos os alunos saem ganhando por pelo menos participar”, afirma.

Para Palitot a Olimpíada leva os alunos a uma análise aprofundada em relação à História do Brasil ao abordar questões que evidenciam a cultura, a formação do país multirracial e multifacetado, ressaltando o mosaico que é a cultura local.

A aluna Júlia Schockness, que já participou das Olimpíadas de Matemática, Física e Biologia, conta que a de História foi a que ela mais gostou até agora. “Gostei da proposta, é mais interativa que as outras. Nós sentamos, pesquisamos, discutimos e ouvimos a opinião do outro para responder as questões”, afirma.

Robermara Gusmão, coordenadora pedagógica do Ensino Médio Integral na Unidade Jardim das Mangueiras, ressalta que a prova, que conta com questões que envolvem música, pintura, literatura e fatos históricos, vai além de testar os conhecimentos dos alunos. “As questões abordadas promovem a cultura da tolerância, o discernimento e o conhecimento sobre as raízes da nossa nação. É a formação dos alunos enquanto cidadãos a partir da valorização da identidade do povo brasileiro”, destaca.

Identificação

Os nomes das equipes foram escolhidos pelos próprios alunos do Colégio Sapiens, com o auxílio do professor Aleks Palitot. Eles resolveram homenagear os povos indígenas do Estado de Rondônia, são eles: Guerreiros Karipuna, Guarreiros Parecis, Guerreiros Suruí e Guerreiros Mura.

“Decidimos representar Rondônia homenageando os primeiros habitantes dessa terra, levando o orgulho que a gente tem da nossa trajetória, do nosso estado, da nossa história”, comenta Júlia.