A presidente da Comissão de Nomeação e Posse do Concurso Público da Assembleia Legislativa, Erica Milva Dias, explicou que está sendo discutida a possibilidade de servidores da Casa, ocupantes de cargos médicos, realizarem a perícia nos aprovados no certame.

A servidora Maria Marilu Silveira, membro da comissão, se responsabilizou em discutir a possibilidade com os servidores médicos. Caso não seja possível, será celebrado convênio com o Executivo para que seja utilizada junta médica estadual.

O presidente da Assembleia Legislativa, Laerte Gomes (PSDB), determinou à comissão celeridade nos trabalhos e ações que visem reduzir ao máximo o custo que os aprovados possam ter com exames médicos.

Quanto à celeridade, Erica Dias lembrou que a atual legislatura, em menos de um mês homologou o concurso e poucos dias depois instituiu a comissão. Ela lembrou que os trabalhos começaram imediatamente.

“Existe um trâmite que precisa ser seguido, como a perícia médica. Estamos trabalhando para que tudo aconteça o mais rápido possível”, assegurou Erica Dias.

O edital do concurso especifica que são 110 vagas, mas uma está sub-júdice e para outra, no setor de banco de dados, não houve aprovados. Assim, serão chamadas 108 pessoas.

O Advogado-Geral da Assembleia, Walter Matheus Bernardino Silva, explicou que a homologação do concurso, ocorrida em fevereiro, não é um mero ato simbólico, e sim uma das etapas mais importantes do certame.

“Isso assegura que os aprovados de fato serão chamados”, esclareceu Matheus Silva, que tem acompanhado os trabalhos da comissão. “Nenhum dos aprovados será prejudicado”, acrescentou.

Tanto Matheus Silva quanto Erica Dias detalharam que as ações da comissão visam garantir economia para os aprovados e acelerar o processo que resultará na posse dos 108 melhores colocados.

Texto: Nilton Salina – DECOM/ALE

Fotos: José Hilde e Marcos Figueira

Fotos:

Erica Milva Dias, Presidente da Comissão

Advogado-Geral, Walter Matheus