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O senador Ivo Cassol (PP-RO), juntamente com os vereadores de Vilhena Adilson, Wilson Tabalipa e Suchi, estiveram, nesta quarta-feira, (21) reunidos com o Superintende de Infraestrutura Aeroportuária da Agência Nacional de Aviação Civil-ANAC, Rafael Botelho Faria, para cobrar agilidade do Órgão na liberação do Certificado Operacional do aeroporto de Vilhena, que com isso permitirá o pouso e decolagens de aviões comerciais de grande porte.

Segundo informações do Superintendente da ANAC, o DER/RO juntamente com o operador do aeroporto de Vilhena, deverão encaminhar para a ANAC os documentos exigidos para a emissão do Certificado Operacional, sem essa documentação o aeroporto não receberá voos comerciais.

A pista de pouso de Vilhena é muito boa tecnicamente, possui 2600 metros de comprimento por 30 metros de largura.  O aeroporto possui equipamentos eletrônicos, balizamento da pista, estação de comunicação e estação meteorológica de superfície, entre outros equipamentos necessários para o funcionamento.

Em julho de 2017, a ANAC chegou a fazer uma avaliação do aeroporto e considerou que seriam necessários ajustes e pequenos reparos. As luzes de pátio, por exemplo, não funcionam.  Existe desnível na pista de acesso do caminhão de bombeiros, faltam melhorias e pintura no asfalto, cadeiras para sala de embarque, líquido gerador de espuma, pó químico, melhorias e substituição das cercas, manutenção e reforma do terminal de passageiros, além de outros pequenos reparos.

Cassol lembrou que Vilhena já recebeu aviões de grande porte. “Esse aeroporto há 30 anos atrás já recebeu aviões de grande porte, VASP, VARIG, porque não pode receber agora? Viemos cobrar da ANAC a liberação do Certificado Operacional e fomos informados que depende da documentação a ser encaminhada pelo DER/RO e pela empresa responsável do Aeroporto, enviar para a ANAC o mais rápido possível, sanar as pendências, para que o aeroporto obtenha esse certificado e volte a operar com voos comerciais, isso é importante para a economia e para a toda a população da região do Cone Sul e de parte do Mato Grosso”, concluiu Cassol.