Conectado por



Plural Saúde

Agronegócio

Criadores buscam por cavalos nacionais devido a boa genética e a alimentação adequada

Publicado por

em

Mercado de cavalos nacional cresce no Brasil e movimenta 16 bilhões de reais por ano

São Paulo, dezembro de 2017 – O Brasil está enfrentando uma crise econômica que afetou diferentes setores, porém, o mercado de cavalos continua crescendo e se tornou um dos mercados mais lucrativos dentro do agronegócio. Segundo a ABCCMM – Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador – o setor fatura aproximadamente 16 bilhões de reais por ano, emprega 3 milhões de pessoas e cresceu 12% em apenas 10 anos. A perspectiva é de que o mercado nacional permaneça aquecido.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

De acordo com a FAO – Federação Internacional da Agricultura – o Brasil possui a quarta maior tropa de cavalos do mundo. Atualmente, a tropa brasileira possui 5.496.817 cavalos e esse número é reflexo do alto investimento em melhoramento genético, nutrição, medicamentos, profissionais e treinadores.

Em 2017, o setor de equinos também recebeu um grande investimento em eventos, entre eles, competições, circuitos de hipismo e leilões. Com uma média de 10 eventos por semana, segundo a ABQM – Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha – os eventos têm sido um grande sucesso e cada vez conseguem atrair mais público. Em média, o Brasil recebe 4 mil eventos de cavalos por ano.

A qualidade da tropa nacional tem se destacado tanto que o país está valorizando cada vez mais os cavalos nacionais ao invés de buscar cavalos importados. Segundo o zootecnista Sigismundo Fassbender, esses animais se destacaram graças à boa genética aliada a nutrição.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

“Um dos principais fatores para o desenvolvimento de melhoramento genético é a nutrição adequada. Todos os nutrientes ingeridos pelo animal colaboram para o funcionamento adequado do organismo dos equinos, sem uma dieta balanceada os genes do animal são comprometidos e eles, consequentemente, podem desenvolver doenças e prejudicar seu desempenho. ”

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------
DJ90.COM.BR WEBRÁDIO

Mas qual é a nutrição adequada para os cavalos?

Segundo Fassbender, a nutrição adequada varia de animal para animal. A melhor dieta deve ser indicada por um profissional de nutrição, que vai levar em consideração uma série de questões, entre elas: a intensidade das atividades praticadas pelo animal, a fase de crescimento em que ele se encontra e o ambiente.

De modo geral, os cavalos precisam de uma alimentação rica em energia, proteína, contendo a quantidade suficiente de vitaminais, minerais, aminoácidos, fibras de boa qualidade, óleos e água limpa à vontade. Esses nutrientes, em quantidades ideais, são capazes de manter o animal saudável e explorar o melhor desempenho do mesmo.

 Sobre a Guabi Nutrição e Saúde Animal

A Guabi Nutrição e Saúde Animal é uma empresa que há mais de 43 anos se dedica ao desenvolvimento e fabricação de produtos de alta qualidade, voltados para o bem-estar de todo o ciclo: animais, produtores, criadores e consumidor final. Investe na qualidade dos insumos e tecnologias de ponta que garantam o melhor resultado, e é hoje uma das maiores empresas de nutrição e saúde animal do país. Tem forte atuação em todos os estados brasileiros e exportações frequentes para mais de 30 países. Sua linha de produtos abrange rações completas, suplementos minerais, dietas, núcleos e premixes, para atender as diferentes necessidades nutricionais e fases de crescimento de: peixes e camarões, equinos, bovinos de corte e de leite, aves de corte e de postura, coelhos, caprinos, ovinos, entre outras espécies de animais de produção.

Continuar leitura

Agronegócio

Agronegócio: painéis discutem cenários, perspectivas e soluções para o setor

Publicado por

em

Por

Em iniciativa inédita, grande escritório de advocacia promove encontro entre grandes produtores, parlamentares e técnicos para encontrar soluções para o setor do agronegócio em Rondônia.

Desafios do Agronegócio é o tema do encontro que visa traçar cenários, perspectivas e soluções para o setor através de um debate franco e aberto orientado tão somente a construir soluções inovadoras para alguns dos velhos problemas do mundo Agro.

O evento promovido pelo Rocha Filho Academy está confirmado e acontecerá na sexta-feira (9), às 13h30, no espaço Innovation Hub do escritório Rocha Filho Advogados, em Porto Velho. Confirmou presença no evento os maiores players de mercado do Agronegócio da região, autoridades públicas, lideranças do setor do Agro de Rondônia e de outros estados da federação.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

Segundo a advogada Lisa Pedot Faris, os debates serão organizados através de três painéis: Regularização Fundiária, Acesso ao Crédito e Mercado Agro – do Insumo à Logística. Estes estão formados por um técnico, uma autoridade pública e um grande produtor. Ambos mediados pelo jornalista e apresentador Eduardo Kopanakis (SIC Rural / Record TV), com a abertura pelo senador da República Marcos Rogério.

 PAINÉIS E INTEGRANTES DA MESA

O painel Regularização Fundiária está composto por Antônio Roberto dos Santos Ferreira (integrante da Secretaria do Patrimônio da União), Lúcio Mosquini (Deputado Federal e membro da Frente Parlamentar de Regularização Fundiária), Marcelo Alves Sobrinho (engenheiro florestal), Tony Marcelo (advogado do escritório VRA – especializado em Direito Agrário).

Acesso ao Crédito é o tema de outro painel, sendo este integrado por Gustavo Arruda (superintendente do Banco do Brasil), Jhovito Evaristo (Gerente de Agronegócio do Banco do Brasil), Paulo Costa (XP Investimentos), Leonardo Lobo (advogado especialista em Certificado de Recebíveis do Agronegócio‎), Diego Brito Campos (Gerente Geral do Basa).

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

Já o último painel da tarde será Mercado Agro – do Insumo à Logística. Seus integrantes são: Jaqueline Cassol (Deputada Federal), Bruno Boer (gerente do Super Terminais – terminal privativo mais eficiente no Polo Industrial de Manaus), Luiz Cláudio (secretário municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Porto Velho), Lucas Borghi (representante da Indústria do Café em Rondônia).

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------
DJ90.COM.BR WEBRÁDIO

 COMO FAZER A INSCRIÇÃO?

Para se inscrever basta acessar o link: http://bit.ly/rochafilhoagro. Mais informações pelo e-mail: [email protected]rochafilho.com ou pelo telefone 69 3223-0499.

Continuar leitura

Agronegócio

Parcerias ampliam atuação do Balde Cheio e fortalecem cadeia produtiva do leite em Rondônia

Publicado por

em

Por

A pecuária de leite em Rondônia ganha reforço. Estão em formação, pela metodologia do Balde Cheio, 19 técnicos do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar-RO e sete da Emater-RO, que vão atuar diretamente na cadeia produtiva do leite em todo o estado, ampliando os bons resultados que o Balde Cheio alcança há 21 anos em todo o País e há 11 em Rondônia. “A capacitação continuada destes técnicos é uma forma de expandir esta metodologia e seus resultados para mais propriedades do estado, atendendo a grande demanda que temos”, afirma o chefe de Transferência de Tecnologia da Embrapa Rondônia, Frederico Botelho. A capacitação é fruto de parceria entre a Embrapa, Senar-RO e Emater-RO.

A metodologia do Balde Cheio, desenvolvida pela Embrapa, é referência no desenvolvimento sustentável da pecuária leiteira por meio de capacitações continuadas de técnicos, atendendo demandas de extensionistas de entidades públicas e privadas e de produtores de leite de todo o Brasil. Com novos técnicos em formação, o Balde Cheio em Rondônia salta de três para 29 técnicos e de 50 para mais de 100 propriedades assistidas inicialmente. “A sala de aula destes técnicos é a propriedade rural leiteira. Eles vão passar de três a quatro anos em período de formação e podem chegar a atender 30 propriedades cada um”, explica o líder do projeto Balde Cheio, André Novo, que atua na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos – SP.

Ele destaca que os diferenciais de Rondônia são o alto potencial para produção de leite e a união do setor. “O estado precisa de parcerias duradouras para gerar maior impacto no setor produtivo e na vida dos produtores”, aponta Novo. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, Rondônia é o maior produtor de leite da Região Norte e o 7º do País e a atividade é desenvolvida por cerca de 34 mil produtores familiares. No entanto, a média de produção de leite no estado é 4 litros/vaca/dia. “Produtores que fazem parte do Balde Cheio em Rondônia produzem, em média, 12 litros/vaca/dia, são três vezes a média estadual. Com uma equipe maior de técnicos podemos ampliar esses bons resultados”, conta o técnico do Balde Cheio em Rondônia, Marcelo de Castro.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

Novos Técnicos

O curso de formação foi realizado de 29 de julho a 2 de agosto, com aulas teóricas e visita técnica, em Ji-Paraná e Ministro Andreazza, respectivamente. O foco foi a metodologia Balde Cheio, que busca uma produção intensiva, eficiente e sustentável de leite. “A parceria da Embrapa com Senar-RO e Emater-RO favorece a atuação sinérgica para o desenvolvimento da cadeia pecuária do leite no estado de Rondônia”, destaca o médico veterinário da Embrapa Rondônia, Rhuan Lima.

Para os técnicos, foi um momento de quebrar mitos sobre o Balde Cheio e aprofundar em conhecimentos que são fundamentais para os bons resultados obtidos pelos produtores que adotam a metodologia. “O curso me surpreendeu! Foi totalmente diferente do que eu ouvia falar do Balde Cheio, como um programa fixo e rígido que o produtor é obrigado a seguir. Mas eu vi que não é assim. O programa respeita o ritmo do produtor, seja financeiro, ou de aprendizado, e só é feito o que é combinado entre técnico e produtor”, comenta o técnico do Senar-RO, Carlos Santos.

extensionista da Emater-RO, Oseias Constâncio, também se surpreendeu positivamente, destacando o foco humanizado de aplicação da metodologia. “O curso é muito prático, nos mostra que precisamos buscar melhorar não só a produção de leite na propriedade, mas também a questão social do produtor enquanto cidadão e qualidade de vida de sua família. Isso é muito importante para quem trabalha com extensão rural”, ressalta Oseias.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

 

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------
DJ90.COM.BR WEBRÁDIO

3º Encontro Balde Cheio em Rondônia

Cerca de 190 técnicos, pesquisadores, produtores e suas famílias participaram do 3º Encontro do Balde Cheio em Rondônia, que foi realizado no dia 3 de agosto, em Cacoal. Além de palestras sobre o Balde Cheio e suas práticas, foi realizada uma visita técnica no sítio Yogo Milk. Um momento de muita interação e trocas de experiências. “A metodologia do Balde Cheio não vale apenas para a produção de leite, ela nos ensina a pensar como um todo. Eu aplico também na cafeicultura, na minha empresa comercial, é um ensinamento para a vida”, conclui o produtor Juan Travain.

Artur Chinelato durante o 3º Encontro

O Balde Cheio

O Balde Cheio é uma metodologia da Embrapa de transferência de tecnologias para a capacitação de profissionais da assistência técnica e extensão rural. A metodologia utiliza uma propriedade leiteira de cunho familiar como “sala de aula prática” com a finalidade de capacitar os profissionais em práticas e processos agrícolas, zootécnicos, gerenciais e ambientais. A metodologia permite o intercâmbio de informações e conhecimento entre todos os envolvidos: pesquisadores, extensionistas e produtores.

O principal impacto esperado com o projeto é a geração de renda, viabilizando a recuperação da autoestima e da dignidade do produtor, permitindo a fixação da família no meio rural. Em relação aos técnicos extensionistas, um dos principais resultados que se espera são profissionais com alta capacidade técnica para promover o restabelecimento da importância da extensão rural como fator essencial para o desenvolvimento sustentável da atividade leiteira no país.

Mais informações sobre no site: www.embrapa.br/balde-cheio. Contatos na Embrapa Rondônia: (69) 3219-5042/ 5051 /5050.

Continuar leitura

Agronegócio

Aplicativo ajuda a escolher a árvore certa para a pastagem

Publicado por

em

Por

Embrapa e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) disponibilizam, gratuitamente, um aplicativo que auxilia o produtor a escolher as espécies de árvore mais adequadas à cada pastagem. “O Arbopasto é uma ferramenta indispensável para técnicos e produtores rurais planejarem a introdução do componente arbóreo em área de pastagem com as espécies mais adequadas”, afirma a pesquisadora da Embrapa Rondônia Ana Karina Salman.

O aplicativo surgiu do livro Guia Arbopasto, já existente em versão impressa, segundo Fabiana Villa Alves, pesquisadora da Embrapa Gado de Corte (MS), que também participou do desenvolvimento. “Pela nossa experiência com aplicativos de uso na agropecuária, vimos a oportunidade de transformá-lo em uma ferramenta de fácil acesso e consulta, que será expandida em uma próxima versão para as espécies nativas do Cerrado”, conta Alves.

 

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

Arbopasto está disponível no GooglePlay, para dispositivos que operam com Android, e também pode ser acessado na internet por celulares, tablets, computadores e até smart TVs com qualquer sistema. A tecnologia disponibiliza informações de 51 espécies arbóreas nativas da Amazônia Ocidental de forma rápida por meio de uma série de funcionalidades, como filtros de busca para a procura por espécies considerando suas principais características.

Árvores no pasto para quê?

A inserção de árvores nas pastagens, para atender diversas finalidades, é um desafio cada vez mais presente no dia a dia dos pecuaristas brasileiros. Os ganhos são muitos: elas podem diversificar os produtos obtidos na propriedade e elevar a renda, melhorar o microclima e oferecer mais conforto térmico e bem-estar ao animal, aumentar a fertilidade do solo e até tornar a paisagem mais agradável.

O catálogo conta com fotografias para facilitar a identificação. “A principal vantagem do aplicativo é a portabilidade. Quando o produtor rural encontrar uma árvore no campo, poderá verificar imediatamente se é boa para a pastagem, se os frutos não causam intoxicação nos animais, entre outras características”, detalha o pesquisador da Embrapa Acre Carlos Maurício de Andrade.

Para escolher a melhor árvore

Além disso, devido à riqueza da flora brasileira e da Amazônica, em especial, não é tarefa fácil escolher as espécies arbóreas nativas mais aptas para serem inseridas em pastagens, seja em sistemas do tipo integração-lavoura-pecuária-floresta, ou em forma de bosquetes e árvores dispersas. Dependendo da finalidade desejada, os produtores devem considerar vários aspectos, como o tipo e tamanho da copa, para que a pastagem ao redor seja mantida; a velocidade de crescimento da espécie, para que os animais possam entrar na área o quanto antes possível, sem danificarem as mudas; e a característica dos eventuais frutos, que devem ser comestíveis e não apresentarem substâncias tóxicas.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------

Abrange outros biomas

Os dados do aplicativo migrados do “Guia Arbopasto: manual de identificação e seleção de espécies arbóreas para sistemas silvipastoris”, lançado em 2012 pela Embrapa Acre em parceria com a Embrapa Rondônia, estão na base de dados do aplicativo. São árvores encontradas em pastagens nos estados do Acre e Rondônia, mas a maioria das espécies ocorre, também, nos outros biomas brasileiros. Segundo o pesquisador da Embrapa Acre Carlos Maurício de Andrade, das espécies disponíveis, 100% estão presentes na Região Norte, 76% no Centro-Oeste, 53% no Nordeste, 31% no Sudeste e 20% no Sul do Brasil. “É um aplicativo de abrangência nacional e internacional, porque temos paisagens parecidas nos países que fazem fronteira com o Brasil, como Peru, Bolívia, Colômbia e Equador”, declara Andrade.

------- CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE -------
DJ90.COM.BR WEBRÁDIO

O aplicativo foi desenvolvido por meio de parceria entre Embrapa RondôniaEmbrapa AcreEmbrapa Gado de Corte e a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), com o apoio financeiro do Banco da Amazônia (Basa).

Um exemplo é o bordão-de-velho (Samanea tubulosa), espécie que apresenta as melhores características para fornecimento de serviços, de acordo com o ranking elaborado pelos pesquisadores para o Guia Arbopasto. “Em geral, as leguminosas, como é caso do bordão-de-velho, apresentam características interessantes devido à sua capacidade de fixar nitrogênio e à arquitetura da copa, que permite passagem de luz solar adequada para o crescimento das gramíneas que estão embaixo. No aplicativo, algumas espécies apresentam fotos das plantas jovens, e isso é interessante porque quando o produtor rural for fazer o controle de plantas daninhas, poderá checar a espécie e manter a muda que lhe for interessante no futuro”, explica Andrade.

Árvores melhoram qualidade do capim

O produtor rural João Evangelista, conhecido como João Paraná, possui uma área de 200 hectares, no município de SenadorGuiomard, a 70 quilômetros de Rio Branco (AC). Para recuperar as pastagens degradadas, João e pesquisadores da Embrapa instalaram uma área de três hectares, em 2009, que combinou, durante a etapa de instalação, o plantio de árvores nativas, como o mulateiro e o bordão-de-velho, com a produção de grãos. Em 2014, a área voltou a ser pastejada e o produtor rural notou melhorias nas forrageiras cultivadas.

“Onde há árvores, o capim tem uma qualidade muito melhor. O gado tanto tem a sombra quanto o alimento. Além disso, o solo não vai ter tanta erosão e as folhas vão virar adubo. Quando você olha o pasto onde não tem uma árvore, o solo está enfraquecido. Próximo às árvores, a terra é mais fértil, é possível notar a diferença na coloração do capim. Por isso eu recomendo que quem tem árvores como essas na pastagem que cuide para manter”, declara.

Opera também off-line

O aplicativo Arbopasto possui uma novidade tecnológica. A ferramenta funciona em qualquer dispositivo móvel e também em computadores convencionais, além de poder ser utilizada no campo, ou seja, em locais sem a presença de internet. Segundo Camilo Carromeu, do Núcleo de Tecnologia da Informação da Embrapa Gado de Corte, ele foi desenvolvido utilizando um conceito denominado “aplicação web progressiva”, do inglês “Progressive Web Applications – PWA”. O uso dessa tecnologia permite desenvolver aplicações Web que se comportam de forma muito semelhante a aplicativos móveis nativos, beneficiando-se, dessa forma, das melhores características das duas plataformas.

Para o desenvolvedor do aplicativo e graduando do curso de Ciência da Computação da UFMS, Mário de Araújo Carvalho, tecnologias híbridas, como o PWA, são mais fáceis e menos onerosas de serem mantidas e evoluídas, uma vez que há um único código-fonte comum a todos os tipos de dispositivos.

Continuar leitura

Publicidade

Apostas Esportivas Online Betway
Plural Saúde

Educa Mais Brasil

Mais destaques

Facebook

WhatsApp chat